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	<title>Chamame .com.br &#187; Tránsito Cocomarola</title>
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	<description>Chamamé sem Fronteiras</description>
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		<title>19 de setembro, dia do Chamamé</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 15:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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O chamamé é música, canto e dança que notadamente se formou e cresceu na Argentina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola"><strong>&#8216;Taita&#8217; Cocomarola</strong></a> fechava seus olhos para sempre, nascia gloriosamente o reconhecimento a toda uma cultura de um estilo musical.</p>
<p>O chamamé é música, canto e dança que notadamente se formou e cresceu na Argentina, mais precisamente na Província de Corrientes.</p>
<p>Atualmente o chamamé é um ritmo muito difundido em diversas regiões argentinas, como também em países vizinhos, chegando até ser considerado expressão maior da cultura musical de estados como Mato Grosso do Sul, no Brasil. Onde o chamamé genuniamente correntino é muito idolotrado e respeitado por inúmeros entusiastas e músicos.</p>
<p>Feliz Dia do Chamamé!</p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=19+de+setembro%2C+dia+do+Chamam%C3%A9+-+http://i78tt.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=19+de+setembro%2C+dia+do+Chamam%C3%A9+-+http://i78tt.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/19-de-setembro-dia-do-chamame&amp;t=19+de+setembro%2C+dia+do+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/19-de-setembro-dia-do-chamame&amp;t=19+de+setembro%2C+dia+do+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Antonio Niz</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 01:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nicolás Antonio Niz é chamado La  Guitarra Mayor del Chamamé, produto de uma trajetória musical realmente extraordinária.
Nasceu em Manantiales, uma pequena localidade do departamento de Mburucuyá, em Corrientes, em 6 de dezembro de 1923. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/niz.JPG" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1347 alignleft" style="margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Antonio Niz" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/niz-150x150.jpg" alt="Antonio Niz" width="150" height="150" /></a>Nicolás Antonio Niz é chamado <strong><em>La  Guitarra Mayor</em><em> del Chamamé</em></strong>, produto de uma trajetória musical realmente extraordinária.</p>
<p>Nasceu em Manantiales, uma pequena localidade do departamento de Mburucuyá, em Corrientes, em 6 de dezembro de 1923. Autodidata, tocava seu instrumento desde pequeno e rapidamente adquiriu um estilo violonístico que o caracterizou e que fez escola dentro do âmbito do <em>chamamé</em>.</p>
<p>Iniciou sua carreira na década de 40 junto ao bandoneonista Eustaquio Miño e depois de um par de anos se juntou ao conjunto de Mario del <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola">Tránsito Cocomarola</a>, onde permaneceu durante vários anos.</p>
<p>Com Cocomarola esteve em duas fases: a primeira entre 1948 a 1950, e depois de 1950 até 1954 permaneceu junto a <a href="http://chamame.com.br/ernesto-montiel">Ernesto Montiel</a> no inesquecível <em>Cuarteto Santa Ana</em>. Entre 1955 e 1957 participou e gravou com vários conjuntos: Emilio Chamorro, <a href="http://chamame.com.br/damasio-esquivel">Damasio Esquivel</a>, <a href="http://chamame.com.br/tarrago-ros">Tarragó Ros</a>, Miguel Repiso, <a href="http://chamame.com.br/mauricio-valenzuela">Mauricio Valenzuela</a>, Trío Isaco Abitbol, o conjunto da cantora Leonila Esquivel, Polito Castillo, Antonio Cena, Evelio Osuna e Hugo Leiva.</p>
<p>São inúmeras as recordações contabilizadas deste intérprete.</p>
<p>A segunda fase com Tránsito Cocomarola foi concluída entre os anos de 1957 a 1969. Suas apresentações não pararam.  <a href="http://chamame.com.br/ramon-tito-aranda">Tito Aranda</a>, Paquito Aranda, Armando Ferreyro, Los Hermanos Phillepich, Ramón Méndez, Armando Nelli, Hermanos Barrios, Sixto Alvarez, são apenas alguns nomes que contaram, em algum momento, com o seu talentoso violão.</p>
<p>Gravou também uma quantidade impressionante de discos com quase todos os conjuntos mencionados, mas sob sua direção atuou com Rubén Miño e entre 1976 a 1979 com o conjunto Evelio Osuna-Antonio Niz, participação realmente digna de figurar em uma antologia.</p>
<p>De 1977 a 1983 integrou o <em>Conjunto de Paquito Aranda</em>, excelente bandoneonista que registrou um histórico da nossa música que merece um grande reconhecimento.</p>
<p>Posteriormente fez uma série de gravações e apresentações junto a <a href="http://chamame.com.br/isaco-abitbol">Isaco Abitbol</a> e a Ruben Miño no famoso e inesquecível <em>Trío Pancho Cué</em>.</p>
<p>A figura de Antonio Niz se destacou por valores próprios dentro do rico panorama musical da nossa província. Seu talento como compositor inspirado, com mais de 170 sucessos, a maioria deles em disco, evidenciaram sua veia criativa que ainda hoje se mantém inalterável.</p>
<p>Não pode ser negado este pleno reconhecimento e as inúmeras homenagens que recebeu do povo <em>chamamecero</em>, e que fazem com que ninguém possa contradizer que Antonio Niz é <em>La</em> <em>Guitarra Mayor</em><em> del Chamamé</em>.</p>
<p>Fonte:  <em>El Chamame, música tradicional de Corrientes</em>, de Enrique Antonio Piñeyro.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Antonio+Niz+-+http://f3hxq.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Antonio+Niz+-+http://f3hxq.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/antonio-niz&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Antonio+Niz" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/antonio-niz&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Antonio+Niz" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Alejandro Barrios</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 00:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 26 de fevereiro de 1923 na paragem Dátil Corá, departamento de San Luis del Palmar &#8211; Corrientes &#8211; e tocava <em>acordeón</em> de duas fileiras desde os 6 anos de idade, que aprendeu sozinho de forma intuitiva.</p>
<p>Começou sua vida profissional no ano de 1948 formando o <em>Conjunto San</em> <em>José</em>, criado por Barrios no <em>acordeón</em> e os violões de Armando Brittes, Ceferino Cocomarola e Ramón González. Estes eram os violões estáveis de <em>LT7 Radio Corrientes</em>. Posteriormente atuaram Eladio Otazo e Lucio Canteros no violão; também tomou parte o bandoneonista Saúl Billordo. Foi convocado para integrar o conjunto musical de Armando Correa, violonista e cantor que se intitulava<em> Iratí</em>; também participavam Toto Blanco no <em>bandoneón</em> e Miguel Saravia no violão.<br />
<span id="more-729"></span><br />
A partir da década de 50 Barrios integrou diversos conjuntos, dentre os quais podemos citar<em>: Conjunto paso Martínez</em>, de Ramón Cornelio Cabrera e Bernabé Ramírez, violonista e outro acordeonista, Emilio Sánchez.  Participou também de apresentações no <em>Conjunto de <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola">Tránsito Cocomarola</a></em>, fazendo turnês pelas províncias do Chaco e pelo interior de Corrientes. Nessa época, além de Cocomarola, faziam parte do conjunto Armando Corea e Idilio Godoy, no violão e nas vozes.  Nessa ocasião, fevereiro de 1951, Tránsito Cocomarola lhe presenteou com seu <em>acordeón</em> de duas fileiras com o qual fez sua primeira gravação no selo Odeón, na década de 40; posteriormente,em 1952, Barrios entrou para o conjunto de <em>Marcos Bassi y sus caballeros del chamamé</em>.</p>
<p>Entre os anos de 1954 a 1956 esteve no <em>Conjunt</em>o<em> Eustaquio Miño y</em> <em>sus gauchos de Mburucuya, </em>e entre os anos 1957 e 1958 atuou no <em>Conjunto <a href="http://chamame.com.br/isaco-abitbol">Isaco Abitbol</a>,</em> onde o acompanharam os violões e as vozes de Hilario e Lorenzo Navarro &#8211; <em>Hermano Navarros;</em> nele participaram depois o dueto Ubeda-Chávez e o dueto Ubeda-Vagas (Hipólito Argentino).</p>
<p>Na década de 60 a 70 esteve em numerosos conjuntos e em 1974 gravou com o grupo musical <em>Hermano Barrios</em>. Atualmente tem quatro cassetes gravados com seu próprio grupo musical, em edições de <em>Fermín Ybarra</em> <em>Producciones</em>, com o apoio da <em>Agrupación Tradicionalista Ñu Rogue</em>.</p>
<p>Resgatou velhas melodias correntinas e deixou gravados três temas em <em>El pavo</em> e <em>El tatu</em>, duas versões antigas de caráter harmônico que fazem parte da origem ancestral do <em>chamamé</em>.</p>
<p>Prof. Enrique Antonio Piñeyro &#8211; Fragmento do livro <em>Chamamé, Música Tradicional de</em> <em>Corrientes &#8211; Edición 2005[/B&gt;</em><em></em></p>
<p><em></em></p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><em><br />
</em>Texto: Patricia Olivera<br />
Revisão de texto: Paulo Ferreyra<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Alejandro+Barrios+-+http://rz84p.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Alejandro+Barrios+-+http://rz84p.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/biografia-alejandro-barrios&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Alejandro+Barrios" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/biografia-alejandro-barrios&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Alejandro+Barrios" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Pedro Sánchez y su “Trío Taraguy”</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 16:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Homem de primeira linha do nosso chamamé, escola onde se formaram talentos iniciantes,  daqueles que com o passar dos anos seriam figuras brilhantes na defesa e difusão da nossa música. Bandoneonista, violonista e cantor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Homem de primeira linha do nosso chamamé, escola onde se formaram talentos iniciantes,  daqueles que com o passar dos anos seriam figuras brilhantes na defesa e difusão da nossa música. Bandoneonista, violonista e cantor.  Estamos nos referindo a <strong>Pedro Sánchez,</strong> <strong>nascido em Puán, província de Buenos Aires, em 14 de abril de 1910</strong>. Desde pequeno viveu em Bahía Blanca e, por ser órfão, aos 9 anos foi internado em um colégio de padres salesianos onde recebeu suas primeiras noções musicais. De volta a Bahía Blanca ingressou como voluntário na banda do 5º Regimento  de Infantaria dessa cidade.</p>
<p>No ano  de 1932 chegou  a Buenos Aires para formar uma orquestra típica na qual  se destacava David Diaz, que 8 anos depois seria o  primeiro violinista da  orquestra  inicial de Aníbal Trollo , e quem,  além disso, o acompanharia até  a hora da morte do famoso bandoneonista. Em uma apresentação  dançante dividiu o palco com Emilio Chamorro que, ao  escutá-lo, ficou impressionado com o ritmo da polca e do chamamé que este interpretava.</p>
<p>Em 1934 participaram da programação das rádios da capital Federal e  nesse ano  conheceu o poeta Carlos Castellán, com quem compõs inumeráveis e inesquecíveis temas e a quem,  com razão, considerava como um irmão. Castellán nasceu na cidade de Mercedes, província de Corrientes , e é um dos  poetas mais notáveis dentro do cancioneiro correntino. Em reconhecimento a esses valores, hoje uma escola do interior da província de Puán leva seu nome.</p>
<p>Desde 1935 e nos anos seguintes atuou em distintos períodos como diretor da respectiva orquestra clássica das rádios Prieto, radio El Mundo (com o coro de Fanny Dey) e da rádio Belgrano e, além disso , durante vários anos dirigiu concertos semanais na rádio Estado.</p>
<p><span id="more-716"></span></p>
<p>Tudo isso  sem desanimar  de seguir com sua própria orquestra  cultivando os temas folclóricos e locais , pois em tal dualidade é generosa a inspiração de Pedro Sánchez como músico, letrista e compositor.</p>
<p>As denominações de seus conjuntos se sucederam: Orquesta Correntina de Pedro Sánchez primeira vez que se impõe o nome de “Correntina” no ano de1933; depois Quinteto los Menú e posteriormente Trío Taraguy de Pedro Sánchez. Neles  desfilaram a grandeza de Ambrosio Miño, Marcos Ramírez, <a href="http://chamame.com.br/ramon-tito-aranda"><strong>“Tito” Aranda</strong></a>, <a href="http://chamame.com.br/tarrago-ros"><strong>Tarragó Ros</strong></a>, <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola"><strong>Tránsito Cocomarola</strong></a>, Alvaro Copello, Pedro Pascasio Enríquez, Pablo Domínguez, Ramón Sixto Ríos, Reynaldo Díaz, o renomado Alberto Castellán e a inimitável voz de Pedro De Cervi.</p>
<p>Além disso foram incorporados instrumentos não tradicionais como clarinete, saxofone, piano e violino, originando um som peculiar para a época, e também são muito lembrados seus chamamés e valseados com diálogo e versos. Pedro Sánchez também participou e gravou com o Conjunto Coembotá, do qual era  diretor seu amigo Carlos Alberto Castellán.</p>
<p>&#8212;<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><br />
Prof.Enrique Piñeyro &#8211; Fragmento do livro &#8220;Chamamé, Música Tradicional de Corrientes&#8221;<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Pedro+S%C3%A1nchez+y+su+%E2%80%9CTr%C3%ADo+Taraguy%E2%80%9D+-+http://ofxra.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Pedro+S%C3%A1nchez+y+su+%E2%80%9CTr%C3%ADo+Taraguy%E2%80%9D+-+http://ofxra.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/biografia-pedro-sanchez&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Pedro+S%C3%A1nchez+y+su+%E2%80%9CTr%C3%ADo+Taraguy%E2%80%9D" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/biografia-pedro-sanchez&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Pedro+S%C3%A1nchez+y+su+%E2%80%9CTr%C3%ADo+Taraguy%E2%80%9D" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Tarragó Ros</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 20:56:33 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-647 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Tarragó Ros" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/tarrago_ros.jpg" alt="" width="209" height="232" />Tarragó Ros, chamado de ‘O Rei do Chamamé’ nasceu em <a href="http://chamame.com.br/a-curuzu-cutia"><strong>Curuzú Cuatiá</strong></a>.</p>
<p>&#8220;<em>Na cidade de Curuzú Cuatiá, província de Corrientes, aos vinte e dois dias do mês de junho do ano de mil novecentos e vinte e três, perante mim, Chefe do Registro Civil, Antonio Ros, de cor branca, de trinta e seis anos, espanhol, solteiro, fazendeiro domiciliado nesta cidade, declaro: que no dia dezenove do corrente, à uma hora, em seu domicilio, nasceu o varão Tarragó, de cor branca, filho natural do declarante e de Florinda Reina, de cor morena clara, de vinte anos, argentina, solteira, domiciliada nesta cidade, filha de Eustaquio Reina</em>&#8220;.</p>
<p>Assim se refere a certidão de nascimento de Tarragó Ros, anos depois músico popular, chamado de ‘O Rei do Chamamé’. Uma certidão posterior certifica o casamento dos seus pais e também do nascimento, em 1918, de Antonio Ros, sendo feito assim registro completo da família. Os primeiros anos de Tarragó giraram em torno da barraca de couros de propriedade de sua família, espécie de porta aberta ao mundo. Ali conheceu peões, catadores de mariscos, gauchos simples com sombreros de abas enormes, e também músicos de emoção intensa. Algumas vezes vinham montados em gigantescas carroças de seis ou oito cavalos; em outras, eram vistos passar com acordeón e violão na mão, caminhando nas tardes de sábado rumo ao baile.</p>
<p><span id="more-646"></span></p>
<p>Repentinamente os amigos que ele tinha na escola do centro lhe mostraram ser menos íntimos que os dos bairros e dos casarios afastados. Conseguiu, de alguma forma, uma sanfona e não foi extraordinário o fato de que, ainda que seus pais o incentivassem a estudar piano, ele queria tocar acordeón e também bateria, que tinha visto em algum baile popular.</p>
<p>Aos quinze anos já participava de diversos conjuntos com seu irmão e alguns amigos e, aos dezessete, já decidido pelo chamamé, realizou suas primeiras turnês. Com mais dois ou três músicos subiam em um trem e ganhavam dinheiro para pagar a viagem tocando para os passageiros; em uma dessas aventuras chegaram até Buenos Aires. Mas a maior parte do seu trabalho, embora com rendimentos modestos, ainda estava em Corrientes, nos arredores de Curuzú.</p>
<p>A essa altura, Tarragó sentia que sua paixão pela música estava ligada a algo mais que o gosto pela aventura pessoal. E para propagar e sustentar essa consciência cultural, em 15 de julho de 1943 saiu a primeira edição do quinzenal <em>Brisas Correntinas</em>, editado e dirigido por ele mesmo.</p>
<p>A publicação incluía um editorial, letras de canções, uma coluna humorística, uns versos dedicados a Tarragó por seu amigo Luis Torres, anúncios de programas de rádio e baile.</p>
<p>Nesse mesmo ano viajou a Buenos Aires integrando o Trío Taragüí, que era dirigido por Pedro Sánchez, o que também não lhe dava muito sustento.</p>
<p>O primeiro estímulo foram os músicos que ele escutou na sua infância em Curuzú; depois as histórias de jovens e de inesperados talentos descobertos em paragens remotas, lidas em El Alma que Canta, ou vistas no cinema. Já em Buenos Aires outra visão alimentou seus sonhos de adolescente, ávidos de um ídolo popular: a imagem de Ramón Estigarribia, músico apelidado de Yaguareté, que em um restaurante do centro da cidade comia com deleite e sem privações, feliz e rodeado de amigos.</p>
<p>Além disso, naquela ocasião, ele foi acordeonista de Mauricio Valenzuela, a quem anos mais tarde ficaria agradecido por seus ensinamentos profissionais, e também tocou junto com Mario Millán Medina, <a href="http://chamame.com.br/isaco-abitbol"><strong>Isaco Abitbol</strong></a>, Ernesto Montiel, Pedro Mendoza e Luis Acosta, outros amigos que estiveram junto com ele na sua curta passagem pela capital.</p>
<p>Em 1944 retornou  à Corrientes. Á frente de um elenco chamado Melodías Guaraníes, cuja direção compartilhou em algum momento com o célebre bandoneonista Oreste Hernández, fez inúmeras apresentações no litoral e no Brasil, além de apresentar-se na Radio Prieto, Radio Callao e La Voz del Aire.</p>
<p>Muitas propagandas da época recordaram a programação completa. Se fosse realizado em um cinema, a primeira parte incluía, por exemplo, a projeção de El Amo del Arrabal, Tierra sin Ley, ou Baile y pasión; se não, a segunda era a única, mas oferecia chamamés, polcas, galopas (danças húngaras), xotes, valsados, canções, solos de acordeón, solos de garrafas, diálogos em guarani, recitativos, solos de bandoneón, bombo indio (tambor indígena) e canções regionais em dueto.</p>
<p>O <em>bottelista</em> podia ser Valentín Zárate, e se a apresentação era em Curuzú, o cantor e intérprete podia ser Gorgonio Benítez, encarregado da barraca e amigo fiel de Tarragó.</p>
<p>Em 1945, em razão das dificuldades para conseguir um trabalho bem remunerado, aceitou substituir <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola"><strong>Tránsito Cocomarola</strong></a> no conjunto de Emilio Chamorro. Atuou por quase três anos, durante os quais amadureceu como instrumentista e compositor, mas sobretudo foi definindo seu próprio estilo que , somado à personalidade forte, logo desembocaria na sua carreira como diretor.</p>
<p>Em 1947, de sua breve união com Elia Crispina Molina, nasceu Antonio. Nesse mesmo ano decidiu voltar a ser independente profissionalmente e para isso fixou residência definitiva em Rosario, nas portas do litoral e perto de Buenos Aires.</p>
<p>Planejou seus primeiros grupos, fez suas primeiras apresentações em La Ranchada, local de propriedade de Emilio Chamorro; no Club Huracán de Entre Ríos, no Centro Correntino de Rosario. Foi ali, precisamente em 1948, que se juntou a Carlos Olmedo, que seria seu cantor, entusiasta e amigo fiel até o fim. Este conjunto se completava com Felipe Lugo Fernández, Rómulo Velázquez, Adriana Selva, Edgar Estigarribia e Alonso,  nome de batismo deste último, escondido na memória.</p>
<p>O começo não foi fácil. As apresentações mais freqüentes eram nas festas organizadas pelos portuários, e também nos bailes montados por ele mesmo Tarragó, aos quais costumava juntar-se uma orquestra de tango e uma de jazz. O gênero era variado. Entretanto, naquele momento o músico já se sentia dono da sua arte e sua decisão de persistir era cada vez mais forte. Sobretudo sentia a emoção que pairava no ar entre ele e o público, cada vez que ele subia em um palco. Trabalhou assim até 1954 quando fez a primeira gravação.</p>
<p>Acompanhado por Antonio Niz e Felipe Lugo Fernández fez um teste na Odeón e causou impacto por seu estilo pungente e irresistivelmente dançante, e gravou um disco de 78rpm com El Toro e Don Gualberto. Sua repercussão não podia ter sido melhor; no ano seguinte voltou a gravar, e a partir daí começou sua ascensão.</p>
<p>Já havia então incorporado às bombachas umas corraleras (polainas) também bordadas que havia copiado das antigas fotos de Carlos Gardel, a quem muito admirava. Sua estampa de homem muito alto e de sorriso sereno começou a ser sinônimo desse ruído alegre que se desencadeava nos bailes desde o primeiro acorde pulsado por seus dedos.</p>
<p>Chegando aos anos 60, era um dos músicos mais populares de toda a sua região e um dos maiores vendedores de discos do país; as gravadoras disputavam seu contrato. Em 1964 já havia passado de um milhão de discos vendidos, ficando em evidência depois que ganhou seu primeiro disco de ouro. Mais adiante obteria outro de ouro, um de platina e o apreciado Templo de Oro, que a gravadora oferecia somente a suas grandes estrelas históricas.</p>
<p>Em um dia de 1966, quando se encontrava de passagem por Buenos Aires, encontrou-se com Antoñito, a quem ele viu poucas vezes. Voltaram juntos a Rosario, e diante da decisão do jovenzinho e em vista de suas habilidades com o acordeón, seu pai lhe deu um posto de acordeonista substituto e apresentador em seu conjunto.</p>
<p>Entretanto, Tarragó tinha seu próprio salão de baile em Rosario, o Humberto Primo, e não abandonava a atividade de associado na Seccional Rosario de la Unión Argentina de Variedades. O membro 772, ao qual lhe dedicara um chamamé, era o Siam Di Tella, que dirigia Pepito, e que nesses anos conduzia o conjunto por turnês permanentes por cada um dos povoados e das cidades do litoral.</p>
<p>Os sucessivos LPs, as rádios e suas freqüentes apresentações na televisão asseguraram sua popularidade, quando já começava a ser chamado O Rei do Chamamé. Na intimidade de sua casa, em Rosario, ele podia ser visto jantando de madrugada junto com Angelita Lescano, sua companheira nos últimos dezesseis anos, conversando com ela e escutando chamamés pela rádio.</p>
<p>Chegou a compor quase duzentos temas: El Desconsolado, Por que te fuiste, El Prisionero, Madrecita, A Curuzú Cuatiá, Caña con ruda, o El Afligido, Escuelita de mi Ayer, são alguns dos mais conhecidos; gravou vinte LPs e influenciou toda uma geração de intérpretes do chamamé.</p>
<p>Quando sentiu o primeiro e último aviso do seu coração, se levantou tranqüilo, fez a barba, se vestiu com sua cuidadosa elegância habitual, e saiu para se internar no Sanatorio Corrientes, em Rosario. Ás 14 horas do sábado, dia 15 de Abril de 1978, ele faleceu, vítima de uma parada cardíaca.</p>
<p>Era seu desejo deixar seus restos mortais em Curuzú Cuatiá, que foram levados até lá em um lento cortejo fúnebre, saudado em cada cidade por habitantes que gostavam muito dele. Ainda hoje costuma ter flores frescas no seu túmulo.<br />
-</p>
<p>Guillermo Pintos &#8211; Publicada na revista Folcklore<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Biografia &#8211; Tránsito Cocomarola</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 15:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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Mario del Tránsito Cocomarola nasceu em 15 de agosto de 1918 em San Cosme, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-641 floatLeft" style="border: 0pt none; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Tránsito Cocomarola" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cocomarola-estampa-correntina.jpg" alt="" width="200" height="199" /><em> Por Enrique Piñeyro</em></p>
<p>A trajetória artística de Tránsito Cocomarola valeu a ele o apelido de O Taita do Chamamé (Pai do Chamamé).</p>
<p><strong>Mario del Tránsito Cocomarola</strong> nasceu em 15 de agosto de 1918 em San Cosme, mais precisamente na Estancia El Albardón, na província de Corrientes. Ali, sob a influência de duas culturas, de duas heranças, entre canções de ninar guarani de sua mãe correntina e melodias de terras distantes, além do oceano, trazidas na memória e na nostalgia de seu pai, imigrante italiano, começa a história de um grande expoente da música chamamacera.</p>
<p>O primeiro contato que Tránsito Cocomarola teve com a música foi através do pai acordeonista, e foi esse instrumento, o acordeón, que ele afagou desde pequeno, o primeiro que aprendeu a tocar. Com apenas treze anos, vestindo calças compridas para aparentar mais idade e sob a proteção das sombras da noite, atuava clandestinamente em ambientes de vida noturna para ganhar assim seus primeiros pesos. Foi também com o acordeón que ele compôs seus primeiros temas e com o qual continuou gravando alguns anos depois, mesmo quando já tocava o bandoneón. De  forma alternada, gravava com os dois intrumentos.</p>
<p><span id="more-642"></span></p>
<p>Na década de 1930 se une a vários conjuntos e em Corrientes já atua, com os dois instrumentos já mencionados, na primeira orquestra folclórica da província, que era dirigida pelo maestro Ricardo Suárez. Posteriormente, já em Buenos Aires, toca com o conjunto Los Hijos de Corrientes e com o Trío Típico Correntino, dirigido por Emilio Chamorro. Toca também com o conjunto de Osvaldo Sosa Cordero, com o Conjunto Irupé em companhia de Roberto Ferradás Campos e Santiago Barrientos em 1946; com o Conjunto Los Kunumi junto a Samuel Claus e Emilio Chamorro, posteriormente com Ramón Estigarribia e com o grupo do santaluceño Miguel Repiso; participa de algumas gravações com o Trio Taragui de Pedro Sánchez e compartilha um LP com Julio R Chapo.</p>
<p>Integrando o conjunto Los Hijos de Corrientes, em uma sessão de gravação, um diretor da gravadora o escuta e fica agradavelmente surpreendido pela qualidade de suas interpretações e propõe a ele gravar com seu próprio nome. Esse foi o ponto inicial que daria a Cocomarola a possibilidade de destacar-se e de chegar ao disco como diretor de seu próprio conjunto: o já célebre e muito lembrado Trio Cocomarola. Isto ocorreu no final do ano de 1941, e em 19 de maio de 1942 grava seus primeiros dez temas no selo Odeon com acordeón de duas fileiras e bandoneón. Neste selo discográfico deixa registrado um total de 124 temas.</p>
<p>Os primeiros trios com o Pai do Chamamé nas primeiras dez gravações foram integrados pelos violonistas: Colón Cobas, Policarpo Benitez, Pedro Pascasio Enríquez e Luís Ferreira, depois ingressa o dueto dos Zorzales composto por Ramón Hurtado e Isauro Guerreño, até o ano de 1945. De 1945 até 1948 o dueto Cejas- Ledesma, com José Cejas e Juan Alberto Ledesma.</p>
<p>Entre os anos de 1948 a 1952 gravaram com Cocomarola: Nieves Rodríguez conhecido como tabú, O Índio do Norte, Emeterio Fernández, Odilio Godoy, Manuel Gómez, José Cejas que ficou por mais um tempo e Antonio Nicolás Niz em uma primeira fase. Posteriormente também se integram ao trio Cocomarola o dueto de vozes Quiróz-Úbeda, composto por Gabino Quiróz e Pascasio Úbeda; este último formaria, tempos depois, o famoso dueto Úbeda-Chavez. No final do ano de 1956 e depois do desligamento do dueto Vera-Lucero, outras vozes se unem ao conjunto; são as de Simón Jesús Palacios e Santiago Nicolás Verón, aos quais se somam o acordeón de Roque Librado Gonzalez e novamente o violão de Antonio Niz.</p>
<p>Cocomarola participou desses duetos e trios nos seus primeiros anos de atuação, e foi com eles que levou ao seu disco temas realmente inesquecíveis.</p>
<p>Ele é visto em fotografias em setembro de 1942, integrando o Conjunto de Marcos Herminio Ramírez, acordeonista, e os violões de Manuel Gómez e Luís Acosta.</p>
<p>Quase no fim da década de 1940, o inesquecível bandoneonista Eustaquio Miño tinha em seu grupo um dueto de vozes que abria caminhos com passos firmes na constelação chamamecera. Cocomarola, que já os conhecia, convida-os a integrar seu conjunto, fato esse que ocorre no ano de 1952. O dueto era integrado por Salvador Miqueri e Eustaquio “Nene” Vera, o famoso dueto Vera-Lucero.</p>
<p>Entre os anos de 1952 e 1956 gravam com o Taita do Chamamé uma série de temas de sucesso, e é, sem dúvida alguma, neste período onde vão se somando fatores que convertem em um sucesso clamoroso os temas compostos por Cocomarola e Salvador Miqueri, unindo-se ao estilo inconfundível do dueto vocal e o toque preciso, equilibrado e harmonioso do bandoneón do Taita do Chamamé.</p>
<p>Com o aparecimento destes destaques chamameceros, o canto se divide em antes e depois de Vera-Lucero. Com Tránsito Cocomarola deixaram gravado em suas vozes vinte temas e todos, sem exceção, foram sucessos inquestionáveis: Rojheyama, Para Ti, Compañera, El Boyero, Zunilda, Chiripá, Retorno, Puente Pexoa, Imploración, Mi Selva eterna, Rincón dichoso, entre outros.</p>
<p>Mas a vida e a obra de Tránsito Cocomarola não pára. Depois de se juntar a Roque L González no acordeón, Juan Ayala no contrabaixo, ao violão de Antonio Niz, os duetos e trios de vozes são inumeráveis: Verón Palacios; Lisardo Cáceres-Evaristo reyes-Hipólito Argentino Vargas; Gregorio Molina; Julio Godoy; Luis Soloaga; Ireneo Ramírez, Carlos Ramírez, Elpidio Verón Miño, Juan Ojeda, Alfredo Alejandro Almeida; entre outros.</p>
<p>Cocomarola deixa 124 temas gravados no selo Odeón e 250 no selo Phillips, o que demonstra a permanência de um gênio da música folclórica correntina. Os temas registrados na SADAIC (Sociedad Argentina de Autores y Compositores) superam duas centenas.</p>
<p>Inesperadamente, Tránsito Cocomarola falece em 19 de setembro do ano de 1974. Pela Lei N°3278 do Poder Executivo de Corrientes instituiu-se essa data como O Dia do Chamamé.</p>
<p>-</p>
<p>Tradução: <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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