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	<title>Chamame .com.br &#187; Osvaldo Sosa Cordero</title>
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		<title>20ª Fiesta Nacional del Chamamé e 6ª del Chamamé del Mercosur &#8211; 6 a 9 de jan de 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 22:01:34 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A 20ª Fiesta Nacional del Chamamé e a 6ª del Chamamé del Mercosur, colocará Corrientes no centro cenário nacional argentino, não somente por apresentar-se como berço do gênero musical por excelencia da região. Nesta data inicia-se também as celebrações populares pelo Bicentenário da República Argentina.</p>
<p>Não será uma edição a mais. Se destacará por uma multiplicidade de ações conexas que acompanharão durante toda uma semana as noites centrais no Anfiteatro Mario del Tránsito Cocomarola. O palco &#8216;Osvaldo Sosa Cordero&#8217; receberá uma diversidade de mais de 500 artistas.</p>
<p>Como primeira festa popular Argentina no ano do Bicentenário, Corrientes mediante a 20ª edição da Fiesta del Chamamé será vitrine nacional e internacional. E durante toda uma semana a província irá respirar Chamamé!</p>
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		<title>Biografia &#8211; Ramón “Tito” Aranda</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 15:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>acordeón diatônico</strong><strong></strong> é o instrumento por excelência na música correntina. Desde sua chegada à Corrientes, fato ocorrido entre os anos de <strong>1840 a 1850</strong> aproximadamente, o acordeón sofreu um processo de cunho folclórico, ou seja, se adaptou às necessidades específicas da expressão musical correntina.</p>
<p>Desta maneira se escreveu uma história paralela solidária entre o acordeón diatônico e os temas populares que foram se originando neste processo que mencionamos.</p>
<p>Também se escreveu a história dos acordeonistas da música folclórica correntina. Muitos são os nomes que já mencionamos anteriormente, mas sabemos que não estão todos na lista, que nossas nomeações são incompletas.</p>
<p>Nomeamos aqui para recordar Francisco Umerez, Aurelio Borda, “Camba” Castillo, Marcos Herminio Ramírez, Ambrosio Waldino Miño, Santiago Barrientos, Lorenzo Valenzuela, <a href="http://chamame.com.br/tarrago-ros"><strong>Tarragó Ros</strong></a>, entre outros, como os primeiros acordeonistas que se destacaram em Buenos Aires, e também por terem criado um estilo particular que os identifica.</p>
<p>Nesta relação também ocupa um lugar privilegiado <strong>Ramón “Tito” Aranda</strong>, acordeonista <strong>nascido em Esquina</strong>, província de <strong>Corrientes</strong> e que atuou em numerosos conjuntos.</p>
<p>Citamos alguns deles:</p>
<p>1º) Com Emilio Chamorro em seu trio, nos Paisanitos Campiriños e em Los Hijos de Corrientes.</p>
<p>2º) Com <a href="http://chamame.com.br/osvaldo-sosa-cordero"><strong>Osvaldo Sosa Cordero</strong></a> y sus correntinos.</p>
<p>3º) Com o TríoTaraguí de Pedro Sánchez.</p>
<p><span id="more-713"></span></p>
<p>4º) Possuímos uma fotografia na qual são vistos juntos Antonio Niz, no conjunto Ituzaingó de Leonila Esquivel;</p>
<p>5º) E depois com seu Cuarteto Correntino de Tito Aranda, gravou numerosos LPs com o selo Pampa a partir do ano de 1953.</p>
<p>Tivemos a oportunidade de escutar uma gravação de 14 de outubro de 1953, cujo título é Pato Picazo, chamamé de sua autoria e interpretada por seu Cuarteto Correntino, de incontestável qualidade melódica e instrumental. Ramón “Tito” Aranda faleceu na cidade de Buenos Aires no ano de 1970.</p>
<p>&#8212;<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><br />
Prof. Enrique Piñeyro &#8211; Fragmento do livro &#8220;Chamamé, música tradicional de Corrientes<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda+-+http://3ribr.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda+-+http://3ribr.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/ramon-tito-aranda&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/ramon-tito-aranda&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Osvaldo Sosa Cordero</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 22:27:30 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-693 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 7px; margin-right: 7px;" title="Osvaldo Sosa Cordero" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/osvaldo_sosa_cordero11.jpg" alt="" width="130" height="143" />Poeta profundo, autêntico, de sentimento patriota. Seus versos eram preces. Em cada metáfora derramava lágrimas e  evocação eterna à sua Corrientes. Sua lembrança floresce na memória dos que amam e  respeitam o  folclore do Taragüí.</p>
<p><strong>Osvaldo Sosa Cordero</strong> nasceu  em  6 de julho de 1906 em Yaguareté Corá, atual Concepción. Aos três anos  de idade sua família fixou residência  na capital correntina e ele se dedicou ao  aprendizado  de piano. Sentiu-se  inclinado  para a música de sua terra natal tendo  seu pai como  exemplo, que se dividia entre a administração   das  estâncias e  execuções  musicais.</p>
<p>Morou  em  Buenos Aires desde 1915. Continuou  seus estudos de piano na  casa de suas tias. Entre os anos 1925/26 Jaime Yankelevich &#8211; alma mater da telefonia Argentina &#8211; pediu a ele   temas em castelhano para abastecer o  repertório de Samuel Aguayo, cantor, que  fazia somente peças  no  idioma guarani. Nasceu sua primeira obra Naranjerita e, em seguida, Juan Carlos Casas, diretor de uma gravadora, propôs a ele formar seu próprio conjunto com o título de Osvaldo Sosa Cordero y sus Correntinos, que perdurou por 20 anos. Fez uma obra  discográfica  de sucesso contando com as vozes de Jovita Luna, Pedro de Ciervi, Julio Lujan e  o  dueto Bertrán Silva.</p>
<p>Com toda essa trajetória o aponto como &#8220;tanguero&#8221; de alma. Suas  composições  Cotorrito Bohemio, Labios Vírgenes e Embrujo,  esta última compartilhada  com o Jazzman Kalikian Gregor,  fazem parte do disco de Gardel que não chegou a ser lançado .</p>
<p>Foi  autor de vários livros de poemas,  Diez Cantos Correntinos, Anchas e  Romancero Guaraní , que o fez merecedor pela  SADE (Sociedad Argentina de Escritores) ao  prêmio Baldomero Fernández Moreno em 1962. Escreveu  &#8216;Historia de los Varietes&#8217;, fez  palestras  sobre folclore na  SADAIC ( Sociedad Argentina de Autores y Compositores), Casa de Corrientes, entre outras instituições. Foi diretor de Cultura da Província de Corrientes.</p>
<p>Faleceu  em  19 de setembro de 1986  na Capital Federal. Lembramos dele como um artista completo e um  dos principais admiradores da música típica correntina.</p>
<p>&#8211;<br />
Lelia Esther Sirotinsky &#8211; Litoralito, Julho de 2006<br />
Clara González<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Osvaldo+Sosa+Cordero+-+http://qstpx.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Osvaldo+Sosa+Cordero+-+http://qstpx.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/osvaldo-sosa-cordero&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Osvaldo+Sosa+Cordero" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/osvaldo-sosa-cordero&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Osvaldo+Sosa+Cordero" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Tránsito Cocomarola</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 15:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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A trajetória artística de Tránsito Cocomarola valeu a ele o apelido de O Taita do Chamamé (Pai do Chamamé).
Mario del Tránsito Cocomarola nasceu em 15 de agosto de 1918 em San Cosme, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-641 floatLeft" style="border: 0pt none; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Tránsito Cocomarola" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cocomarola-estampa-correntina.jpg" alt="" width="200" height="199" /><em> Por Enrique Piñeyro</em></p>
<p>A trajetória artística de Tránsito Cocomarola valeu a ele o apelido de O Taita do Chamamé (Pai do Chamamé).</p>
<p><strong>Mario del Tránsito Cocomarola</strong> nasceu em 15 de agosto de 1918 em San Cosme, mais precisamente na Estancia El Albardón, na província de Corrientes. Ali, sob a influência de duas culturas, de duas heranças, entre canções de ninar guarani de sua mãe correntina e melodias de terras distantes, além do oceano, trazidas na memória e na nostalgia de seu pai, imigrante italiano, começa a história de um grande expoente da música chamamacera.</p>
<p>O primeiro contato que Tránsito Cocomarola teve com a música foi através do pai acordeonista, e foi esse instrumento, o acordeón, que ele afagou desde pequeno, o primeiro que aprendeu a tocar. Com apenas treze anos, vestindo calças compridas para aparentar mais idade e sob a proteção das sombras da noite, atuava clandestinamente em ambientes de vida noturna para ganhar assim seus primeiros pesos. Foi também com o acordeón que ele compôs seus primeiros temas e com o qual continuou gravando alguns anos depois, mesmo quando já tocava o bandoneón. De  forma alternada, gravava com os dois intrumentos.</p>
<p><span id="more-642"></span></p>
<p>Na década de 1930 se une a vários conjuntos e em Corrientes já atua, com os dois instrumentos já mencionados, na primeira orquestra folclórica da província, que era dirigida pelo maestro Ricardo Suárez. Posteriormente, já em Buenos Aires, toca com o conjunto Los Hijos de Corrientes e com o Trío Típico Correntino, dirigido por Emilio Chamorro. Toca também com o conjunto de Osvaldo Sosa Cordero, com o Conjunto Irupé em companhia de Roberto Ferradás Campos e Santiago Barrientos em 1946; com o Conjunto Los Kunumi junto a Samuel Claus e Emilio Chamorro, posteriormente com Ramón Estigarribia e com o grupo do santaluceño Miguel Repiso; participa de algumas gravações com o Trio Taragui de Pedro Sánchez e compartilha um LP com Julio R Chapo.</p>
<p>Integrando o conjunto Los Hijos de Corrientes, em uma sessão de gravação, um diretor da gravadora o escuta e fica agradavelmente surpreendido pela qualidade de suas interpretações e propõe a ele gravar com seu próprio nome. Esse foi o ponto inicial que daria a Cocomarola a possibilidade de destacar-se e de chegar ao disco como diretor de seu próprio conjunto: o já célebre e muito lembrado Trio Cocomarola. Isto ocorreu no final do ano de 1941, e em 19 de maio de 1942 grava seus primeiros dez temas no selo Odeon com acordeón de duas fileiras e bandoneón. Neste selo discográfico deixa registrado um total de 124 temas.</p>
<p>Os primeiros trios com o Pai do Chamamé nas primeiras dez gravações foram integrados pelos violonistas: Colón Cobas, Policarpo Benitez, Pedro Pascasio Enríquez e Luís Ferreira, depois ingressa o dueto dos Zorzales composto por Ramón Hurtado e Isauro Guerreño, até o ano de 1945. De 1945 até 1948 o dueto Cejas- Ledesma, com José Cejas e Juan Alberto Ledesma.</p>
<p>Entre os anos de 1948 a 1952 gravaram com Cocomarola: Nieves Rodríguez conhecido como tabú, O Índio do Norte, Emeterio Fernández, Odilio Godoy, Manuel Gómez, José Cejas que ficou por mais um tempo e Antonio Nicolás Niz em uma primeira fase. Posteriormente também se integram ao trio Cocomarola o dueto de vozes Quiróz-Úbeda, composto por Gabino Quiróz e Pascasio Úbeda; este último formaria, tempos depois, o famoso dueto Úbeda-Chavez. No final do ano de 1956 e depois do desligamento do dueto Vera-Lucero, outras vozes se unem ao conjunto; são as de Simón Jesús Palacios e Santiago Nicolás Verón, aos quais se somam o acordeón de Roque Librado Gonzalez e novamente o violão de Antonio Niz.</p>
<p>Cocomarola participou desses duetos e trios nos seus primeiros anos de atuação, e foi com eles que levou ao seu disco temas realmente inesquecíveis.</p>
<p>Ele é visto em fotografias em setembro de 1942, integrando o Conjunto de Marcos Herminio Ramírez, acordeonista, e os violões de Manuel Gómez e Luís Acosta.</p>
<p>Quase no fim da década de 1940, o inesquecível bandoneonista Eustaquio Miño tinha em seu grupo um dueto de vozes que abria caminhos com passos firmes na constelação chamamecera. Cocomarola, que já os conhecia, convida-os a integrar seu conjunto, fato esse que ocorre no ano de 1952. O dueto era integrado por Salvador Miqueri e Eustaquio “Nene” Vera, o famoso dueto Vera-Lucero.</p>
<p>Entre os anos de 1952 e 1956 gravam com o Taita do Chamamé uma série de temas de sucesso, e é, sem dúvida alguma, neste período onde vão se somando fatores que convertem em um sucesso clamoroso os temas compostos por Cocomarola e Salvador Miqueri, unindo-se ao estilo inconfundível do dueto vocal e o toque preciso, equilibrado e harmonioso do bandoneón do Taita do Chamamé.</p>
<p>Com o aparecimento destes destaques chamameceros, o canto se divide em antes e depois de Vera-Lucero. Com Tránsito Cocomarola deixaram gravado em suas vozes vinte temas e todos, sem exceção, foram sucessos inquestionáveis: Rojheyama, Para Ti, Compañera, El Boyero, Zunilda, Chiripá, Retorno, Puente Pexoa, Imploración, Mi Selva eterna, Rincón dichoso, entre outros.</p>
<p>Mas a vida e a obra de Tránsito Cocomarola não pára. Depois de se juntar a Roque L González no acordeón, Juan Ayala no contrabaixo, ao violão de Antonio Niz, os duetos e trios de vozes são inumeráveis: Verón Palacios; Lisardo Cáceres-Evaristo reyes-Hipólito Argentino Vargas; Gregorio Molina; Julio Godoy; Luis Soloaga; Ireneo Ramírez, Carlos Ramírez, Elpidio Verón Miño, Juan Ojeda, Alfredo Alejandro Almeida; entre outros.</p>
<p>Cocomarola deixa 124 temas gravados no selo Odeón e 250 no selo Phillips, o que demonstra a permanência de um gênio da música folclórica correntina. Os temas registrados na SADAIC (Sociedad Argentina de Autores y Compositores) superam duas centenas.</p>
<p>Inesperadamente, Tránsito Cocomarola falece em 19 de setembro do ano de 1974. Pela Lei N°3278 do Poder Executivo de Corrientes instituiu-se essa data como O Dia do Chamamé.</p>
<p>-</p>
<p>Tradução: <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Origem da Palavra &#8216;Chamamé&#8217;</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 16:36:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitas são as correntes de pesquisa e opinião que são consultadas em busca da origem do chamamé.
Escritores, poetas, pesquisadores se encarregam há décadas de remarcar seus critérios e demonstrar que o berço deste gênero musical [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-626 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Origem da Palavra Chamamé" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/10/semente-chamame2.jpg" alt="" width="210" height="275" />Muitas são as correntes de pesquisa e opinião que são consultadas em busca da origem do chamamé.</p>
<p>Escritores, poetas, pesquisadores se encarregam há décadas de remarcar seus critérios e demonstrar que o berço deste gênero musical é precisamente a província de Corrientes, o que é demonstrado neste texto extraído de várias pesquisas.</p>
<p>De sua parte, Porfirio Zappa em seu livro Ñurpi &#8211; Por el Campo Correntino, indica:</p>
<p>“&#8230; foram muitos os estudiosos que pesquisaram a origem da palavra chamamé. Alguns afirmam que é um vocábulo oriundo do Paraguay, que quer dizer &#8220;qualquer coisa&#8221; ou &#8220;coisa feita de qualquer jeito&#8221;. Sem maiores pretensões ou de forma irrelevante outros pesquisadores sustentam que a palavra teve origem na conhecida expressão (também de origem paraguaya), che ama mi, que significa em sentido amoroso &#8220;minha amiga&#8221;, &#8220;minha ama&#8221; ou &#8220;minha dona&#8221;.</p>
<p>Também aparece a palavra chamamé como oriunda da expressão che memé, que quer dizer &#8220;sempre eu&#8221; ou &#8220;eu constantemente&#8221;.</p>
<p>Sobre este tema, Vicente Gesualdo em seu livro Historia de la música en la Argentina, diz:</p>
<p><span id="more-621"></span></p>
<p>“&#8230; Queremos destacar nestas linhas, dedicadas à música em Corrientes, um fato que, em nossa opinião, tem uma importância capital no nascimento de uma tradicional dança argentina. Trata-se da Polca Correntina&#8221;.</p>
<p>Sobre esta peça musical, a Gazeta Municipal de 12 de maio de 1878 anunciou a aparição da polca, querida por todos, do compositor correntino Joaquín A.Callado, editada pela casa F.G.Hartman, e dizia o seguinte comentário:</p>
<p>&#8220;A polca mencionada se distingue pelo seu estilo originalíssimo, o qual queríamos chamar habanera-polca, por não ser o ritmo da polca tradicional, nem tão pouco o da dança habanera; o autor soube mesclar com habilidade e acerto estes dois ritmos característicos, criando sobre estes pilares uma dança muito interessante que responde inteiramente ao gosto da nossa nação&#8221;.</p>
<p>O historiador correntino Emilio Noya, em um artigo publicado no diário El Litoral de Corrientes, menciona:</p>
<p>“&#8230; a primeira peça (denominação especial com a qual foi registrada), na <a href="http://www.sadaic.org.ar/" target="_blank">Sociedad Argentina de Autores y Compositores</a> (SADAIC) é datada do ano de 1930. Seus autores eram Diego Novillo Quiroga e Francisco Pracánico. Trata-se de Corrientes Poty (A Flor de Corrientes), segundo consta em um disco da época do celebrado cantor Samuel Aguayo.&#8221;</p>
<p>&#8220;A criação do novo selo obedecia, segundo manifestações do citado intérprete, ao desejo de congraçar-se a casa gravadora RCA Victor com o público correntino, principal comprador de suas chapas gravadas. De modo incomum e respondendo a interesses exclusivamente comerciais, teve origem o chamamé. Logo chamaria a atenção de pesquisadores e estudiosos, sendo sustentada a opinião de alguns de que se trata de uma variante ou arranjo da música paraguaya adotada por setores de baixo poder aquisitivo. &#8221;</p>
<p>&#8220;Enquanto excluem o chamamé do cenário tradicional &#8211; continua opinando Noya – esquivam-se do antecedente incerto da música guaraní, que remonta ao ano de 1855, quando uma orquestra integrada por ciganos e polacos trazidos por <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Elisa_Alicia_Lynch" target="_blank">Madame Lynch</a> teve a oportunidade de visitar Asunción del Paraguay. O repertório de polcas, valsas, czardas e mazurcas, encontrou uma acolhida calorosa na população, que o adotou com ligeiras modificações, chamando-o de polca canguí, polca sirirí, kireí, etc. Finalmente, circunscrever o tema a uma questão meramente social, revela o superficial raciocínio desse minúsculo grupo&#8221;.</p>
<p>Evidenciando o esforço para marcar uma linha definitiva até as origens paraguayas do vocábulo chamamé e suas implicações, Emilio Noya cita Anselmo Cover Peralta e Tomás Osuna (oriundos do Paraguay), os quais em seu dicionário espanhol &#8211; guaraní, guaraní &#8211; espanhol (editado em 1950), embora coincidam na versão referente à tradução do vocábulo, indicando que o mesmo quer dizer &#8220;enramada&#8221;, &#8220;corredor&#8221;, &#8220;o que se faz desordenadamente&#8221;, &#8220;sem planos nem métodos&#8221;, demonstram um total desconhecimento e evidenciam um patriotismo exacerbado quando afirmam que chamamé é o nome de uma temática musical de certos ambientes correntinos, inspirada na música paraguaya.</p>
<p>Reafirmando a definição do seu ponto de vista, por último, Noya determina o seguinte:</p>
<p>&#8220;&#8230; pessoalmente eu me torno adepto do conceito do Dr. Nicolas Zervino (perito guaranista cuja obra permanece inédita), que sustenta que o termo chamamé pertence ao léxico bilíngüe paraguayo, negando assim toda relação com o que se fala em Corrientes.&#8221;</p>
<p>Embora devamos destacar a igualdade de critérios com os trabalhos de recopilação e busca dos antecedentes etnográficos referidos aos instrumentos guaranis do século XVII realizados pelo historiador Noya, no mínimo não podemos nos sentir desiludidos em relação à posição que ele mesmo (e alguns outros) estabelece sobre as origens da nossa música e da sua denominação.</p>
<p>Na busca contemporânea da etmologia da palavra chamamé, encontramos uma diversidade de opiniões, tais como as de Julio Victor Visconti, Ricardo Suárez, Gualberto Meza, Julio R. Chapo; eles dão acepções como estas: che aimé amamé (eu estou na chuva), che memé (sempre eu), che amamé (a minha amada), che amapé (a minha amada), che amó amemé (faço ajuste constantemente ou com freqüência).</p>
<p>Há aqueles que atribuem a Samuel Aguayo a expressão Ñamó chamamé mamé (vamos apenas tocar), fato este ocorrido durante um ensaio do memorável conjunto de Emilio Chamorro, do qual Aguayo participava.</p>
<p>Finalmente, definindo nossa posição a este respeito, consideramos desacertados aqueles que têm gasto seus esforços e firmado suas posições detendo-se na superficialidade da busca etmológica do vocábulo chamamé, sem entender que as verdadeiras raízes estão na minuciosa pesquisa etnográfica dos guaranis e da nossa música.</p>
<p>Daí, por exemplo, nossa desilusão na posição sustentada pelo historiador Noya, que de um lado reivindica para os nossos ancestrais a existência de sua própria música e instrumentos (alguns destes originados na nossa cultura, exportados para a Europa medieval e conquistadora, ali aperfeiçoados e importados à nossa incipiente nação, um século mais tarde) e depois desvia ditas origens (da música) à vizinha República do Paraguay.</p>
<p>Consideramos também um verdadeiro disparate aquelas versões contemporâneas que definem a expressão chamamé como &#8220;de qualquer maneira&#8221;, &#8220;qualquer coisa&#8221; e/o “feito desordenadamente” (ou similares), já que os antecedentes que oferecemos neste mesmo trabalho determinam fidedignamente que chamamé era a denominação de um baile ou de uma dança trasladada à Buenos Aires colonial (ver a citação de Olga Fernández Latorur de Botas -&#8221;La Nación &#8211; Buenos, Aires. 1979), muito antes de 1850, e que alguns europeus recriaram esses ritmos &#8220;briosos&#8221; na capital paraguaya.</p>
<p>A mesma consideração cabe à versão que confere ao cantor Samuel Aguayo, oriundo do Paraguay, como o criador do nome da nossa música.</p>
<p>Parte da bagagem histórica do nosso chamamé alcança, em uma determinada época, uma difusão nacional profusa, mas com distorções absurdas impostas por critérios meramente comerciais. Até a década de 40 se produziu um movimento de repulsa encabeçado por cantores e compositores conhecidos; eles, no seu afã de preservar a essência básica da nossa música, tentaram recriá-la com novas denominações e estas, finalmente, foram desaprovadas pelo gosto popular.</p>
<p>Citamos como exemplos a:  Osvaldo Sosa Cordero (Campera); Pedro Sánchez (Letanía) e Cholo Aguirre (Litoraleña). Lamentavelmente algumas distorções se mantêm popularizadas na atualidade.</p>
<p>&#8211;<br />
Por CorrientesChamame.com<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Origem+da+Palavra+%E2%80%98Chamam%C3%A9%E2%80%99+-+http://b5haf.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Origem+da+Palavra+%E2%80%98Chamam%C3%A9%E2%80%99+-+http://b5haf.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/origem-da-palavra-chamame&amp;t=Origem+da+Palavra+%E2%80%98Chamam%C3%A9%E2%80%99" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/origem-da-palavra-chamame&amp;t=Origem+da+Palavra+%E2%80%98Chamam%C3%A9%E2%80%99" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Con más de 10 mil personas en el Luna Park, el chamamé festejó su día</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 20:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por DiariolaRepublica.com.ar
Antonio Tarragó Ros, Ramona Galarza, Mario Bofill, Los de Imaguaré y Los Alonsitos debían brindar anoche un show para celebrar el Día Nacional del Chamamé, fecha en que se recuerda la muerte de Tránsito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por <a rel="nofollow" href="http://www.diariolarepublica.com.ar" target="_blank">DiariolaRepublica.com.ar</a></em></strong></p>
<p>Antonio Tarragó Ros, Ramona Galarza, Mario Bofill, Los de Imaguaré y Los Alonsitos debían brindar anoche un show para celebrar el Día Nacional del Chamamé, fecha en que se recuerda la muerte de Tránsito Cocomarola. Había vendidas más de 10 mil entradas.</p>
<p>Mientras las principales publicaciones especializadas en música hablan de Argentina como una plaza elegida por los principales artistas del mundo, el chamamé demostró en su día que el mercado interno también puede dar dividendos a los productores más importantes del país. Anoche, Antonio Tarragó Ros, Ramona Galarza, Mario Bofill, Los de Imaguaré y Los Alonsitos realizaron en el Luna Park un espectáculo llamado “Viva el chamamé”. Organizado por el correntino Nito Artaza, el show tenía vendido más de 10 mil entradas. Un éxito.</p>
<p>Aunque Artaza, uno de los productores artísticos más importantes del país en base a innumerables éxitos con el teatro de revista, aportó todo su aparato publicitario y de difusión para alcanzar semejante cantidad de público. Los artistas correntinos hablaron con Chamamé horas antes de subir al prestigioso escenario y destacaron el potencial que tiene este género musical.</p>
<p><span id="more-486"></span></p>
<p>“No somos Madonna, pero va a haber mucha gente y podría haber más todavía”, bromeó en diálogo Chamamé Marcelo Roselli Majul, de Los Alonsitos. Este grupo, todavía catalogado como joven en el ambiente chamamecero, a fuerza de éxitos se ubicó entre los más representativos del género.</p>
<p>Recientemente nominados a los premios Gardel a la música y con varias presentaciones en el Luna Park, Los Alonsitos son uno de los claros ejemplos del potencial que tiene el chamamé. Cada uno de sus trabajos discográficos se venden en todo el país y el grupo realiza la mayoría de sus presentaciones fuera de Corrientes.</p>
<p>Mario Bofill es otro de los que durante los últimos meses vio trascender su canto a todo el país. Fue con la salida de Esteros, su último disco, y con una estrecha relación con Soledad Pastorutti. La Sole cumplió una suerte de madrinazgo durante 2008, invitándolo a participar de su más reciente trabajo y participando ella de la placa ya mencionada de Mario.</p>
<p>El cantautor de Loreto fue buscado por los medios nacionales para promocionar “Viva el chamamé”. El diario Clarín publicó el jueves 18 una entrevista donde Mario dio sus impresiones respecto a lo que representa el chamamé. “Es un pequeño mundo”, dijo, y también mencionó un crecimiento del género. “Antes, el folclore copaba todo y eran muy pocos los chamameceros que tenían lugar en eventos de jerarquía. Hoy no hay un solo festival sin chamamé”, resaltó Bofill.</p>
<p>Pero ahí no termina nada. Antonio Tarragó Ros, radicado en Buenos Aires, dedica su carrera no sólo a hacer música sino también a promocionar el chamamé. Su programa radial Los chamameceros fue ternado para un premio Martín Fierro del interior en el rubro Mejor producción de radio.</p>
<p>El curuzucuateño, hijo de uno de los pioneros de esta música, el viejo Antonio Tarragó Ros, no sólo conserva el nombre de su padre. Sino también la capacidad de ser reconocido en todo el país y el mundo. Hace años su música le permitió tocar con grandes artistas como Silvio Rodríguez.</p>
<p>Ramona Galarza es conocida como “la novia del Paraná”, pero su principal romance es con el chamamé. Esta música llevó a la correntina a cantar en escenarios de todo el mundo y a principio de año le valió una distinción del Congreso de la Nación. Anoche funcionarios de la Subsecretaría de Turismo de la Provincia también la reconocieron por su trayectoria.</p>
<p>Los de Imaguaré iban a completar la grilla de artistas correntinos que al cierre de esta edición tenían la tarea de contentar a más de 10 mil personas. Con la voz y las glosas de Julio Cáceres y temas reconocidos en todo el país como Posadeña linda, su aporte también sería muy valorado.</p>
<p>El show</p>
<p>Las más de 10 mil personas que compraron su entrada para escuchar cantar a los máximos exponentes del chamamé en el Luna Park, tenían un programa prometedor que hacía valer el costo del boleto.</p>
<p>El espectáculo tenía previsto honrar la memoria de Mario del Tránsito Cocomarola y de Osvaldo Sosa Cordero (ver a parte) con actuaciones por separado y diferentes combinaciones. Según comentaron a La República los músicos, muchos de ellos actuarían juntos por primera vez, pese a haber participado en innumerables festivales. “Es raro porque siempre andamos por los mismos lugares, pero no todos tocamos juntos”, dijo Bofill.</p>
<p>Una delicada selección de temas se realizó “para no aburrir al público”, explicó Tarragó. Es que, con la presentación de cada uno de los cinco artistas por separado, el show estaba previsto que durara más de tres horas.</p>
<p>Pero además el espectáculo tenía previsto algunos condimentos especialmente preparados. Cacho Castaña, que trabaja con Nito Artaza en el teatro de revista, tenía previsto y hasta ensayó un tema con Ramona Galarza. “Se quería dar el gusto”, aseguró el productor correntino. Un problema de salud del tanguero truncó esta posibilidad.</p>
<p>“Antonio irá con 100 acordeonistas y así se cerraría el show. Va a ser una gran fiesta”, anticipaba Artaza antes del recital.</p>
<p><em><strong>Por <a rel="nofollow" href="http://www.diariolarepublica.com.ar" target="_blank">DiariolaRepublica.com.ar</a></strong></em></p>
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