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	<title>Chamame .com.br &#187; Buenos Aires</title>
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		<title>Lucio Yanel, o Mestre da Guitarra Pampeana</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 17:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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Em entrevista exclusiva para o Chamame.com.br
Lucio Yanel. argentino de Corrientes, violonista, intérprete, folclorista, exímio arranjador e compositor. É considerado o Mestre da Guitarra Pampeana. Artista da mesma estirpe de Atahualpa Yupanki, Mercedes Sosa e Heitor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1604 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Lucio Yanel" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0820c.jpg" alt="Lucio Yanel" width="300" height="199" /></p>
<p><strong>Em entrevista exclusiva para o Chamame.com.br</strong></p>
<p>Lucio Yanel. argentino de Corrientes, violonista, intérprete, folclorista, exímio arranjador e compositor. É considerado o Mestre da Guitarra Pampeana. Artista da mesma estirpe de Atahualpa Yupanki, Mercedes Sosa e Heitor Villalobos, Yanel é a memória viva daquilo que o folclore Sul Americano produziu de melhor nos últimos cinqüenta anos. Estudioso minucioso, intelectual e erudito, passou os últimos trinta e cinco anos recorrendo a América do Sul e Brasil pesquisando formas, sons e ritmos.<br />
Yanel chegou ao Brasil no ano de 1982 e radicou-se no Rio Grande do Sul (RS) motivado pela similaridade de usos e costumes com sua Argentina Natal. A sua origem correntina, nascedouro do chamamé, o levou de maneira natural a se radicar no RS, já que como ele mesmo diz “estar no sul do Brasil é como se fosse estar em uma região familiar”.</p>
<p>Maestro Yanel, como é chamado pela legião de admiradores e artistas que o reverenciam, é considerado pelos críticos e acadêmicos da área musical como o violonista mais importante de todos os tempos no RS na área folclórica. Seu trabalho está mais do que ligado a cultura do RS. É, na verdade, uma das bases que sustentam a musicalidade do estado.</p>

<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0881c' title='DSC_0881c'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0881c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="DSC_0881c" /></a>
<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0806c' title='Lucio Yanel'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0806c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucio Yanel" /></a>
<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0836c' title='DSC_0836c'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0836c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="DSC_0836c" /></a>
<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0820c' title='Lucio Yanel'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0820c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucio Yanel" /></a>

<p>Mas não é só da musicalidade do sul do Brasil que fala a arte do grande guitarrista. Ao escutar a obra de Yanel, fica-se com a impressão de estar focando a síntese de toda uma região do planeta, O Cone Sul da América. Por ser um músico e um poeta, o artista está aberto de maneira perene a receber as informações culturais que emanam dos paises que compõem o cenário comum da América do Sul. E por possuir um talento natural, consegue codificar através de sons e palavras os usos e costumes de seus hermanos.</p>
<p>Muitas são as informações guitarristicas que forjaram o formidável guitarrista. A sonoridade, magia e virtuosismo que sentimos no toque de Yanel emana do conjunto de informações que recebeu de grande mestres como Atahualpa Yupanqui, Eduardo Falu, André Segovia e Baden Powell.</p>
<p>Dentre os vários artistas com quem atuou no campo da produção autoral e apresentações artísticas, Yanel destaca Atahualpa Yupanqui, com quem manteve laços de amizade.</p>
<p>Lucio Yanel é o mestre de Yamandu Costa, seu discípulo de maior projeção.</p>
<p>O currículo vitorioso é extenso: participou de centenas de discos e DVDs de vários artistas. Suas obras solo, em vinil e CD, são: La del Sentimiento (1983), Guitarra Pampeana (1986), Aunque Vengan Degollando (1997), Acuarela del Sur (2003), Acurela del Sur II (2006) e Dois Tempos (2001), em parceria com citado Yamandu Costa. Recentemente, lançou Mistérios do Chamamé (2009).</p>
<p>Colaborou como intérprete e autor nas trilhas musicais dos filmes “Neto Perde sua Alma” e “Lua de Outubro” e, como ator, foi destaque interpretando o capitão castelhano no seriado “O Tempo e o Vento”, obra de Érico Veríssimo.</p>
<p>Ao longo de sua carreira foi agraciado com mais de duzentas premiações. Recebeu dois Prêmios Açorianos em 2001 como melhor Disco Instrumental e melhor Instrumentista Regional. Dois mil e quatro trouxe outro Açorianos, premiando “Aquarela del Sur I” como melhor disco regional do RS. Yanel se consagra, assim, como o único violonista a receber três Prêmios Açorianos no RS. Em 2005, a Assembleia Legislativa do RS, conjuntamente com a Associação dos Municípios e o Banrisul, consagram o mestre correntino como “Destaque Cultural do Mercosul”, recebendo a Comenda Negrinho do Pastoreio.</p>
<p>Artista de rara sensibilidade, seja explorando a sutilezas do instrumento, com toques ora viscerais, ora nostálgicos, é capaz de transmitir como ninguém o sentimento que se aninha em cada um dos habitantes da América. “A linguagem sentimental é a mesma em todos nós, latinos”, diz Lucio.</p>
<p>Assim, encontra-se em Yanel um instrumentista que executa com propriedade tanto um tango, que é uma expressão urbana e contemporânea, como a canção mais profunda das entranhas da terra ou da montanha</p>
<p>No concerto Aquarela del Sur, que acontece em turnê nacional e internacional em 2010, podemos apreciar a singularidade e maestria da execução da guitarra de Lucio Yanel. “O que identifica minha música é esse traço muito forte do espanhol, dos mouros, algo muito sentimental. As minhas raízes são mouras e a minha música nasce nessa mistura toda, que foi também se moldando na linguagem campeira, criolla”, afirma. No espetáculo interpretações magistrais de músicas de autoria do próprio Yanel e dos grandes temas do folclore Sul Americano. Ao dedilhar sua guitarra interpretando “El Condor Pasa”, o artista se inventa asas. Ele se eleva às montanhas dos seus sonhos e utopias e voa lado a lado com o senhor dos Andes, o magnífico condor. Neste momento, Yanel é o próprio condor! “Sinto que vôo sem radar, apenas com o Sul que tenho no coração me dizendo para onde tenho que ir”. E assim, o grande maestro se converte em soberano da sua própria existência. Com esta interpretação, Lucio Yanel entrega ao público a sua própria alma.</p>
<p>No seu mais recente trabalho, o álbum Mistérios do Chamamé, através de músicas como “Pantanal” e “Flor e Truco” é possível penetrar nas profundezas do assombro que esta forma musical, o chamamé, natural da cultural guarani, proporciona em suas diferentes formas de se manifestar.</p>
<p>Recentemente, Yanel fez um show no Festival de Chamamé, em Corrientes,  na Argentina. Em fevereiro, fez, ainda, uma participação especial no espetáculo de Raul Barboza no teatro Las Trastiendas, em Buenos Aires.</p>
<h3><strong>Em entrevista exclusiva para o Chamame.com.br, Yanel fala da carreira, da vida e dos planos para 2010</strong>.</h3>
<p><strong>Pouca gente sabe que você começou a carreira como cantor de tangos e boleros na Argentina. Como foi viver a era de ouro do tango em Buenos Aires?</strong></p>
<p>Para falar a verdade, eu vivi a época em que tudo que acontecia em tangos já era pós era de ouro. Embora o tango, pelas suas características, seja um sentimento perene e duradouro, como o próprio ouro, comecei como cantor de tangos e boleras por que eram as formas musicais que nessa época, começo dos anos 60, embalavam os jovens que viviam, assim, a própria tradição da cultura musical argentina que passava de pai para filho. Essa minha etapa de cantor começou quando eu tinha 14 anos e já tocava violão, mas utilizava o instrumento apenas para me acompanhar.</p>
<p><strong>Quando foi que você descobriu que tinha um talento a mais como instrumentista?</strong></p>
<p>Foi mais ou menos aos 16 anos que eu me descobri um violonista. Me dediquei a aprofundar este talento que Deus me deu. Através dos ensinamentos que me eram ministrados por violonistas mais velhos e, logo a seguir, por gente muito experiente e profissional que já atuava em Buenos Aires, onde, por essa época fui, morar.</p>
<p><strong>Quais são as fontes que o formaram ou o inspiraram como guitarrista?</strong></p>
<p>Na verdade eu sou fruto de uma multiplicidade de referências. No folclore argentino, Atahualpa Yupanqui e Eduardo Falu. No violão erudito, André Segovia. Na música brasileira, podemos citar Baden Powel.</p>
<p><strong>E dos violonistas brasileiros atuais, quem você destacaria?</strong></p>
<p>Na MPB, Sebastião Tapajós. No nordeste, Henrique Annes. No chorinho, Rogerinho Sete Cordas e Alessandro Pennessi. No Mato Grosso, Marcelo Loureiro. No Rio Grande do Sul, Mauricio Marques. E englobando tudo isso, Yamandu Costa.</p>
<p><strong>Fale um pouco sobre a sua relação com Atahualpa Yupanqui.</strong></p>
<p>Fomos amigos. Pouco convívio, resultado da extensa agenda profissional do mestre Atahualpa e por ele morar na Europa. Entretanto esse convívio sempre foi enriquecido pelas orientações que ele gentilmente me brindava, ora para aspectos profissionais assim como para minha condição de ser humano. Fui honrado com duas poesias suas para que eu colocasse música me convertendo, assim, em um dos poucos privilegiados em ter parceria autoral com o mestre. Entretanto, apenas “Me anda buscando una bala” foi registrada em um dos meus discos.</p>
<p><strong>Você é considerado o Mestre da Guitarra Pampeana. Como você define o seu estilo único de tocar?</strong></p>
<p>Simples, sem rebusques e puro sentimento.</p>
<p><strong>Os profissionais da área acadêmica pensam em Lucio Yanel como sendo o violonista mais importante de todos os tempos no Rio Grande do Sul. Qual é, na sua opinião, a sua contribuição mais importante para a música do sul do Brasil?</strong></p>
<p>Tudo que eu fiz desde que cheguei em 1982 é importante. Cabe ao público que acompanhou minha carreira até aqui e aos críticos especializados julgar e determinar o que eles consideram o mais importante. Apenas sei que, com certeza, tudo que fiz foi com a intenção de me somar ao movimento cultural e musical de um estado onde a cultura, em todas as suas expressões, é uma das suas bandeiras.</p>
<p><strong>Você foi merecidamente homenageado por importantes poetas gaúchos, que o reconhecem como o mestre da guitarra pampeana. Em “Guitarreio para um Guitarrista”, o poeta .Luis Coronel diz: “Quando ele fecha os olhos/ Nos prodígios de seu dom/ Viaja pra dentro de si/ Navega em ondas de som”. Para onde esses versos o transportam?</strong></p>
<p>O poeta Luis Coronel é um arguto observador dos elementos do qual se nutre para poetizar a vida. Ele tem me observado e concluiu que é assim que a minha arte se expressa. Ao fechar os olhos eu estou procurando me unir às ondas do som que são emitidas pelo próprio cosmos. Por isso, o meu som, ao mesmo tempo que é universal está vestido de singularidade. Sem dúvida, no momento dessa união, entidades particulares me visitam.</p>
<p><strong>No espetáculo realizado recentemente em Buenos Aires você foi aclamado pelo público. Qual a sensação de voltar a se apresentar na cidade que o projetou como artista?</strong></p>
<p>É a mesma sensação que sentimos quando estamos dando o primeiro passo para caminhar duzentos mil km. Muita vontade no coração e a emoção à flor da pele. E é exatamente isso que farei depois de uma ausência de mais de 30 anos em Buenos Aires. Posso lhe assegurar que isso representa pra mim um novo motor, uma nova vida.</p>
<p><strong>Você sempre afirma que se orgulha de ter nascido correntino. Como foi seu reencontro com o público no Festival do Chamamé, em Corrientes?</strong></p>
<p>Foi emocionante sob vários aspectos. Primeiro, o Chamamé faz parte do meu próprio ser. Segundo, voltar ao pago já é maravilhoso. E terceiro, mais lindo ainda, é a gente se encontrar com um público onde a juventude se destacava afirmando, assim, que os povos com tradição, estirpe e raça, jamais serão alvo de qualquer poder destrutivo em suas tradições.</p>
<p><strong>E seus planos para a Argentina?</strong></p>
<p>Meus planos para a Argentina correm paralelamente com o que farei no Brasil. Tenho a sorte de contar com uma empresa de produções artísticas muito competente que está trabalhando minha turnê nacional e internacional, começando, naturalmente, pela Argentina. No plano pessoal, idealizei um retorno a Buenos Aires, montando um estúdio de pesquisas sobre a nossa cultura, procurando morar em um bairro portenho onde se respire cultura como, por exemplo, o bairro de São Telmo. Ai, entre as ruas que tanto lembram as ruelas de Paris, como as callecitas de qualquer pueblo interiorano, penso em deixar a alma livre, solta e espontânea para ditar os meus caminhos da composição e da poesia. Aliás, é exatamente isso que tenho feito nos últimos três meses. Nas duas viagens que fiz recentemente a Buenos Aires, busquei material discográfico e bibliográfico para solidificar as minhas bases de informação e assim repassar ao meu público tudo que tem de novo e o culto que ainda se faz das tradições. Isso já faço e continuarei fazendo nas minhas apresentações artísticas. Entretanto, aconteceu de ser convidado por uma rede de comunicação do Rio Grande do Sul para produzir e apresentar um programa de rádio justamente sobre a temática Chamamé.</p>
<p><strong>Fale um pouco sobre o programa</strong></p>
<p>Será um programa de uma hora de duração que se ocupará especificamente da difusão do chamamé em todas as características que pode ser expresso através dos chamameceros gaúchos, correntinos, matogrossenses, paraguaios, enfim. Será uma verdadeira festa de confraternização entre os povos de origem guarani, que é a origem do chamamé. Além de apresentar o mais autêntico chamamé, contarei aos ouvintes um pouco da memória que trago de meus trabalhos, convívio e amizade com os grandes chamameceros, como Cocomarola, Isac Abitbol, Ernesto Montiel, Tarrago Ros, Raul Barboza, Ramona Galarza, Teresa Parodi, entre outros. É a história do chamamé contada pelo ângulo de um correntino que a viveu e vive na sua realidade mais autêntica. Farei, ainda, algumas interpretações ao vivo com a minha guitarra, claro. Acho que o público vai gostar.</p>
<p><strong>Nos fale sobre o concerto Aquarela del Sur?</strong></p>
<p>Aquarela del Sur é um mosaico musical do Continente Sul Americano, de ritmos e sotaques onde se misturam zambas, chacareras, chamames, milongas, tangos mas, antes de tudo, um toque de ancestralidade.</p>
<p><strong>Como classifica o atual estágio da sua carreira?</strong></p>
<p>Todos os momentos nos situam em um estágio. Todos são bons, entretanto o atual é talvez aquele em que maior proveito tiro de tudo o que aprendi. Assim, sou um instrumentista que trocou a velocidade de execução pela maturidade. Que brinda um som bem colocado mesmo que seja com uma corda só, ou valoriza a linguagem que proporciona o silêncio.</p>
<p><strong>O que você tem a dizer para os amigos do site Chamame.com.br?</strong></p>
<p>Que por ser correntino e chamamecero me sinto feliz de estar entre os meus pares, sejam eles sul-matogrossenses, gaúchos, correntinos, paraguaios, todos unidos por uma artéria maior onde pulsa a magia do Chamamé.</p>
<p>Artigo e entrevista por <a href="http://www.chamigos.com/profile/FabianeMendoncaFerreira">Fabiane Mendonça Ferreira</a><br />
Webpage: <a href="http://www.lucioyanel.com.br" target="_blank">lucioyanel.com.br</a></p>
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		<title>Biografia &#8211; Juan e Ernestito Montiel</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1509" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Juan e Ernestito Montiel" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/juan-e.jpg" alt="Juan e Ernestito Montiel" width="245" height="127" />Marcando passo no tempo, oferecemos nesta ocasião uma biografia de Ernestito Montiel.  Juan Angel Ocampo, cujo pseudônimo artístico é Juan Montiel, nasceu em 25 de maio de 1962 em Paso de los Libres, Corrientes. Desde novo  se voltou para a música do nosso litoral; com o acordeón foi seguindo os passos do tio, <a href="http://www.chamame.com.br/ernesto-montiel"><strong>Don Ernesto Montiel</strong></a>, que em vida foi o Acordeón Mayor y Señor del Chamamé.</p>
<p>Com apenas 15 anos partiu para Buenos Aires onde, com muita sorte e graças a seu talento, atuou em diferentes festivais e espetáculos de primeiro nível como, por exemplo, El Luna Park, Hotel Sheraton, Casa de Gobierno – entre outros.</p>
<p>Até 1982, um dos maiores bandoneonistas que teve a província de Corrientes, <a href="http://www.chamame.com.br/isaco-abitbol"><strong>Don Isaco Abitbol</strong></a>, levou-o para participar como artista convidado no selo Music Hall, no qual  gravaram dois temas de Don Ernesto – La Ratonera e Caraí Vera.</p>
<p>Com  16 anos recebeu a maior responsabilidade de sua vida:  a senhora Juana Notto, viúva de Don Ernesto Montiel, entregou-lhe o acordeón que pertencera a seu tio.  Assim começou o conjunto Los Montieleros, que se apresentou nos  festivais mais importantes do chamamé  dessa época, como o Federal, em Entre Ríos, em Mburucuyá-Corrientes, em Chajarí-Entre Ríos; nessa época também gravou um LP.</p>
<p>Em 1987 Juan decidiu formar seu próprio conjunto, ou seja, com seu nome, e nasceu Juan Montiel y Su Conjunto, que com sucesso interpretou em vários festivais, em várias províncias do país, em rádios e canais de televisão.</p>
<p>Em 1989 nasceu o primeiro filho, Ernestito Leonel, que foi crescendo rodeado de instrumentos musicais e de belas notas do chamamé mais tradicional de Corrientes, o montielero.</p>
<p>No ano de 1992 Ernestito foi incluído no conjunto que passou a se chamar  Juan y Ernestito Montiel, com o violão de José Ramírez – último violonista de Don Ernesto &#8211; e o baixo de Gabriel Cabrera &#8211; companheiro de escola de Ernestito.</p>
<p>Em 2004 Juan e Ernestito continuaram com suas apresentações novamente na Fiesta de la Naranja, em BellaVista, dividindo o palco com o Chaqueño Palavecino y Los Auténticos Decadentes. Nesse mesmo ano, com grande aceitação do público, incursionaram na  Festa Nacional do Chamamé e no  Primeiro Festival do MERCOSUL na  província de Corrientes.</p>
<p>No ano de 2005, já com 15 anos de idade, Ernesto voltou com o pai ao palco do Festival Nacional do Chamamé na capital federal, fazendo a abertura oficial do festival, como também no Festival Tradicional do Chamamé em Mburucuyá, Corrientes.</p>
<p>Durante esse mesmo ano se apresentaram no aniversário da cidade de Mercedes no Teatro Cervantes e no  Festival del Campamentista, em Alejandra, Santa Fe e na  Expo-Reconquista, também em Santa Fe.</p>
<p>Dia a dia continuaram suas apresentações em diferentes lugares do interior do país, e em  Buenos Aires apresentações em canais de TV, e como destaque em algumas atuações participou Leonela Itatí, a filha caçula de Juan.</p>
<p>O pseudônimo artístico de Ernesto Leonel Ocampo, sobrinho neto do maestro Ernesto Montiel, nasceu no dia 7 de novembro de 1989 na cidade de Morón, província de Buenos Aires, mas como ele mesmo dizia nas suas veias corria o  sangue correntino.</p>
<p>Aos 3 anos de idade começou a dar os primeiros passos pelos palcos que até hoje percorre  com o pai; nessas ocasiões  apresentava o conjunto, fazia um recitado e tocava  acordeón de uma fileira; a partir desse  momento nunca mais deixou os palcos e continuou estudando e se esforçando cada dia mais para se superar.</p>
<p>Aos 5 anos começou a cantar seguindo o repertório do legendário Quarteto Santa Ana, de Ernesto Montiel, e os que passaram por esse quarteto admiravam a qualidade interpretativa da sua voz. Escolheu cantar o primeiro chamamé sem que ninguém lhe ensinasse, Estancia San Blas, chamamé que gravou aos 7 anos como convidado no Conjunto Cruz de Papel de Carlos Serial.</p>
<p>Até então só era conhecido pela faceta de cantor, mas um belo dia apresentou-se com o pai e conjunto com um acordeón de duas fileiras, que tocou durante um ano e meio; depois  passou a tocar  o acordeón de quatro fileiras do pai.</p>
<p>Experimentou  temas novos, com muito mais notas e dissonâncias, causando o assombro e a curiosidade dos expectadores em saber de onde vinham aquelas  belíssimas melodias, já que  ele quase não era visto atrás do acordeón.</p>
<p>De 1999 até dezembro de 2003 conduziu programa próprio de duas horas na radio, denominado Imagen del Chamamé, pela AM 1430KHz, Radio Imagen de Castelar Sur Buenos Aires; sua meta era difundir a música e a cultura guarani, os festivais e toda a riqueza  que guarda a província de Corrientes.</p>
<p>Além disso, havia algo muito importante que não apenas comentava nos  programas de rádio como também  repetia em cada palco: &#8220;Convido todos os jovens, meninos e adolescentes como eu  para escutar chamamé,  que se agreguem aos nossos festivais chamameceros, onde vão encontrar gente legal, onde não existem drogas nem violência e onde, sobretudo, vão desfrutar de excelente música”.</p>
<p>Este ano, lamentavelmente, teve que abandonar o programa na rádio por questões de horários e tempo. Isto se deve ao fato de que cursa o 9° ano na Escuela Félix Burgos de Morón e estuda no Conservatorio Nacional de Música Alberto Ginastera, onde cumpre o 2° ano de linguagem musical, bandoneón e violão. Somado às horas de ensaio, vocalização de canto, prática de acordeón  e mais as contínuas apresentações, muitas delas no interior e fora do país, não teve como continuar com o programa  na rádio.</p>
<p>Durante todos estes anos participou de muitos teatros e festivais importantes como no  Teatro Verdi de la Boca, Teatros Municipais de Moreno, Morón, Merlo; no Teatro Vera de Corrientes, Teatro San Martín em Buenos Aires, na Casa de Corrientes em Buenos Aires, a Feria de Mataderos, o Festival del Ternero em Feliciano, Entre Ríos, Festival del Cordero em San Jaime de la Frontera, Entre Ríos, a XII Fiesta del Puestero em Junín de los Andes, Neuquén, onde a pedido do público voltou a repetir a apresentação na  noite seguinte e em muitos lugares mais onde Ernestito deixou o inapagável rastro da sua voz.</p>
<p>Em outubro de 2001 foi realizado em Uruguaiana, Brasil, um concurso internacional de pequenos talentos, da 14° California Petica Internacional e  Ernestito  ganhou o 1° prêmio como cantor masculino &#8211; categoria menino. Também nesse dividiu o palco com León Gieco; o músico o convidou para cantar com ele nas três noites da apresentação do disco Bandidos Rurales, no Teatro Opera de Buenos Aires, onde foi acompanhado no acordeón  por Raúl Barboza. Em pouco tempo novamente León o convidou para acompanhá-lo para apresentar novo CD no Club Huracán de San Justo.</p>
<p>No ano de 2003 dividiu o palco e cantou em dueto  com Teresa Parodi. Em 2002 atuou no XI Festival del Canto y la Danza de Navarro, província de Buenos Aires. Em novembro de 2003 se apresentou em Bella Vista  na  Fiesta Nacional de la Naranja e aí dividiu palco com Los Nocheros.</p>
<p>Durante 4 anos consecutivos, de 2001 a 2004, atuou junto com o pai no Festival Nacional do Chamamé de Federal, Entre Ríos, conseguindo no último ano fazer a abertura do Festival.</p>
<p>Com grande sucesso se apresentou também no Festival Provincial do Chamamé em Mburucuyá, Corrientes, e por  suas apresentações na  Festa Nacional do Chamamé em Corrientes a S.A.D.A.I.C. ( Sociedad Argentina de Autores y Compositores) lhe outorgou o prêmio Consagración da XV Festa Nacional do Chamamé.</p>
<p>Em 7 de novembro de 2002, quando fez 13 anos e comemorou o aniversário, sua tia avó, dona Juana Notto de Montiel, presenteou-lhe publicamente com o acordeón com o qual Don Ernesto gravou pela última vez. Foi um aniversário muito especial na sua vida já que “&#8230; tocar o acordeón do Maestro era um sonho que eu tinha antes de nascer&#8221;, foram  suas palavras emocionadas ao receber um presente tão apreciado.</p>
<p>Ernestito Montiel teve até os dias de hoje não só  uma longa trajetória por sua  participação em festivais, festas, teatros e escolas, como  também no Chaco e em Corrientes onde se apresentou diante de mais de 2000 alunos que  lhe agradeceram por lhes ter ensinado  a escutar o chamamé.</p>
<p>Hoje, sem deixar de desfrutar das brincadeiras, dos amigos, sem perder sua infância, com o apoio  necessário dos pais, familiares e educadores, sem pressões nem obrigações, Ernestito desfruta imensamente das qualidades do seu dom natural.</p>
<p>Aprendeu por si mesmo o primeiro chamamé, o tema inicial no acordeón, escolheu sozinho este caminho musical, sacrificado, mas repleto de momentos felizes. Hoje é um   profissional completo, com muitos sonhos e ilusões;  Ernestito ou Ernesto, como ele gosta de ser chamado, continua estudando e se esforçando  para que sua música, a que leva no sangue e no  coração, continue se difundindo em todo o país e onde quiserem escutá-la; para isso trabalha constantemente com o pai Juan Montiel no acordeón, José Ramírez no violão, Gabriel Cabrera no baixo e Ernestito no canto e acordeón.</p>
<p>Continua difundindo  o chamamé, deixando bem claro a preferência por manter o Estilo Montielero que Don Ernesto Montiel, El acordeón Mayor y Señor del Chamamé, deixou na sua alma. Atualmente diversifica as apresentações com temas de sua autoria, arranjos musicais e, sem perder a essência, prepara a primeira gravação para deleite de seus seguidores chamameceros, e como eles dizem: &#8220;Sempre e quando Deus e  a Virgem permitirem&#8230;&#8221;</p>
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		<title>Adiós a un chamamecero</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 19:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faleceu em Buenos Aires Juancito &#8220;El Peregrino&#8221;, um mercedeño que deixará para sempre uma obra memorável em torno do chamamé.
A seguir, duplicamos parte da biografia de Juancito publicada na página de  FM Juventud:
El mundo amante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="floatLeft alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 0px 7px;" src="/imagens/juancito.jpg" alt="" width="114" height="139" />Faleceu em Buenos Aires Juancito &#8220;El Peregrino&#8221;, um mercedeño que deixará para sempre uma obra memorável em torno do chamamé.</p>
<p>A seguir, duplicamos parte da biografia de Juancito publicada na página de  <a rel="nofollow" href="http://www.siemprechamame.com.ar" target="_blank">FM Juventud</a>:</p>
<p>El mundo amante de la música correntina lo conoce como: Juancito &#8220;El Peregrino&#8221;, pero su verdadero nombre es Juan Ronal Ferrau y nació en la ciudad de Mercedes (Corrientes) el 1 de julio de 1934.</p>
<p>Juancito &#8220;El Peregrino&#8221; nació artísticamente hacia 1951 y la idea fue del animador y locutor bahiense Francisco Busso Arias al observar que Juancito cantaba indistintamente por ese entonces con varios conjuntos regionales. De ahí surgió lo de &#8220;El Peregrino&#8221;.</p>
<p>El famosísimo Cambá Castillo lo contó en el inicio de su carrera artística cuando Juancito contaba sólo con 12 años. Luego pasó a integrar otro conjunto mercedeño: “Los Hijos de Paiubre”, que estaba conformado por: Servero Perdomo (acordeonista), Moncho Canario (bandoneonista) y las guitarras de Titi Casafús y Juan Pedemonte, y la voz de Juancito.<br />
<span id="more-884"></span>Años después, se acopla a la agrupación del conjunto dirigido por Ramón Lovera del recordado conjunto “Paso Lovera”.</p>
<p>Hacia 1953, decide probar suerte en Buenos Aires e integra una destacada agrupación de música correntina: “Conjunto Tradición” (donde suple a Odilio Godoy): Calí Aranda (acordeón), Damasio Esquivel (bandoneón) y las guitarras de Martín Torres y Eduardo Taborda.</p>
<p>El nombre Juancito &#8220;El Peregrino&#8221;, por ese entonces ya era respetado y admirado por la intensa emoción que ponía al interpretar los temas regionales. Era auténtico, profundo y le ponía fuego vivo a la poesía, dándole alma y luminosidad de estrellas al decir del campiriño. Además, su voz tenía resonancia maravillosa de nuestros sentimientos mas íntimos y profundos.</p>
<p>Para cumplir con los deberes de la Patria, en el año 1954 vuelve a Corrientes y es incorporado al regimiento asentado en Curuzú Cuatiá. Cuando es dado de baja un año después, “El Peregrino” se suma a los “Gauchos de Mburucuyá” que dirigía uno de los grandes de nuestro folklore: nada más ni nada menos que Eustaquio Miño.<br />
Junto a este maestro, Juancito forma uno de los mejores dúos que ha dado nuestro folklore: Peregrino-Colman.</p>
<p>En 1956 se incorpora a otro grupo: El &#8220;Cuarteto Santa Ana&#8221; dirigido por Ernesto Montiel.</p>
<p>Juancito &#8220;El Peregrino&#8221;, el mercedeño, es hoy un símbolo de autenticidad. Admirable virtud la de este muchacho por defender siempre nuestro folklore y lograr destacarse y aún más grande, más luminoso, más sublime por el amor que supo identificar a Juancito El Peregrino y ubicarlo por siempre entre los mejores cantantes que ha dado nuestro folklore.</p>
<p>Como autor nos ha regalado temas como: “Nacido en el litoral”, “Correntino hasta morir”, “Fueron tus ojos”, “Toribio Gauna” (personaje típico éste del Taragüi e indiecito guaraní).</p>
<p>Así, con plena emotividad, recordamos a este gran cantor del Litoral, que aún sigue dando clases magistrales de cómo se interpreta la música correntina. Lo hacemos con brillo de lágrimas en nuestros ojos y una sonrisa floreciente en los labios. Es nuestra alma reflejándose en señal de agradecimiento.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Veja também:  <strong><br />
Publicación de <a href="http://www.chamigos.com/profiles/blog/list?user=0t6nu9vpwwcye" target="_blank">Blog</a> en Chamigos.com de <a href="http://www.chamigos.com/profile/Felipe" target="_blank">Felipe el Sauceño</a> &#8211; &#8220;<a href="http://www.chamigos.com/profiles/blogs/adios-a-un-chamamecero" target="_blank">Adiós a un chamamecero</a>&#8220;</strong>.</p>
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		<title>Biografia &#8211; Lucas Segovia</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 22:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor, compositor e intérprete, Lucas Segovia es también un destacado promotor de la música del litoral en todo el país.
Nacido en Buenos Aires, comenzó a incursionar en la música a los 18 años.
En 1996, Resistencia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft floatLeft" style="border: 1px solid black; margin: 2px 12px;" title="Lucas Segovia" src="http://www.chamame.com.br/imagens/Lucas-Segovia----2.jpg" alt="" width="250" height="294" />Autor, compositor e intérprete, Lucas Segovia es también un destacado promotor de la música del litoral en todo el país.</p>
<p>Nacido en Buenos Aires, comenzó a incursionar en la música a los 18 años.</p>
<p>En 1996, Resistencia, Chaco recibió el primer premio en el orden regional como solista vocal masculino y segundo como autor y compositor.</p>
<p>En 1997 se radicó en Mar del Plata para hacer conocer sus obras. Allí es convocado por la dirección del Teatro Colón de esa ciudad para ser telonero de figuras como Rafael Amor, Baglietto y León Gieco.</p>
<p>En 1998 grabó su primer trabajo discográfico &#8220;El universo de tu amor&#8221;, con el asesoramiento de Teresa Parodi.</p>
<p>En el año 2000 llegó el segundo disco &#8220;Confluencia&#8221;.</p>
<p>En el año 2002 hizo un disco en vivo en las instalaciones del teatro Espacio 73 de La Rioja, recreando sus composiciones y de otros autores regionales.</p>
<p><span id="more-775"></span></p>
<p>Hoy nos presenta su último disco dedicado a los caídos en la masacre de Margarita Belén &#8211; Chaco, en el año 1976- Obra reconocida por la SADE (Sociedad Argentina De Escritores).</p>
<p>También en la actualidad encabezo &#8220;Movimiento litoral&#8221;, que reunió y reúne año a año a músicos de todo el Nordeste, para trabajar en la recolección de material literario para las bibliotecas de frontera y del Impenetrable chaqueño.</p>
<p>Durante el 2008 rescato la obra épica del Chaco &#8220;cantata Chaqueña&#8221;, que reúne a 83 músicos en escena para interpretar la poesía de Marta Quìles y la música de Raúl Cerrutti que describen toda la confluencia de gringos, criollos y originario en los comienzos del desarrollo de la provincia.</p>
<p>Durante este 2009 trabaja en el desarrollo de su nuevo disco, dedicado a La Masacre de Napalpì.</p>
<p>Obra escrita por Carlos Aguirre y musicalizada por el mismo Lucas Segovia.</p>
<p>Se encuentra entre las figuras exclusivas del Ente de Cultura de la Nación, avalado por un programa que lleva eventos a todo el país, &#8220;Café Cultura Nación&#8221; dando en esta oportunidad, charlas de identidad y desarrollo del artista ante la sociedad, como en un gesto de reconocimiento a su compromiso social y cultural, por el Ente de Cultura de la Nación.</p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Lucas+Segovia+-+http://6sabh.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Lucas+Segovia+-+http://6sabh.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/lucas-segovia&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Lucas+Segovia" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/lucas-segovia&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Lucas+Segovia" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Biografia &#8211; Pedro Sánchez y su “Trío Taraguy”</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 16:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Homem de primeira linha do nosso chamamé, escola onde se formaram talentos iniciantes,  daqueles que com o passar dos anos seriam figuras brilhantes na defesa e difusão da nossa música. Bandoneonista, violonista e cantor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Homem de primeira linha do nosso chamamé, escola onde se formaram talentos iniciantes,  daqueles que com o passar dos anos seriam figuras brilhantes na defesa e difusão da nossa música. Bandoneonista, violonista e cantor.  Estamos nos referindo a <strong>Pedro Sánchez,</strong> <strong>nascido em Puán, província de Buenos Aires, em 14 de abril de 1910</strong>. Desde pequeno viveu em Bahía Blanca e, por ser órfão, aos 9 anos foi internado em um colégio de padres salesianos onde recebeu suas primeiras noções musicais. De volta a Bahía Blanca ingressou como voluntário na banda do 5º Regimento  de Infantaria dessa cidade.</p>
<p>No ano  de 1932 chegou  a Buenos Aires para formar uma orquestra típica na qual  se destacava David Diaz, que 8 anos depois seria o  primeiro violinista da  orquestra  inicial de Aníbal Trollo , e quem,  além disso, o acompanharia até  a hora da morte do famoso bandoneonista. Em uma apresentação  dançante dividiu o palco com Emilio Chamorro que, ao  escutá-lo, ficou impressionado com o ritmo da polca e do chamamé que este interpretava.</p>
<p>Em 1934 participaram da programação das rádios da capital Federal e  nesse ano  conheceu o poeta Carlos Castellán, com quem compõs inumeráveis e inesquecíveis temas e a quem,  com razão, considerava como um irmão. Castellán nasceu na cidade de Mercedes, província de Corrientes , e é um dos  poetas mais notáveis dentro do cancioneiro correntino. Em reconhecimento a esses valores, hoje uma escola do interior da província de Puán leva seu nome.</p>
<p>Desde 1935 e nos anos seguintes atuou em distintos períodos como diretor da respectiva orquestra clássica das rádios Prieto, radio El Mundo (com o coro de Fanny Dey) e da rádio Belgrano e, além disso , durante vários anos dirigiu concertos semanais na rádio Estado.</p>
<p><span id="more-716"></span></p>
<p>Tudo isso  sem desanimar  de seguir com sua própria orquestra  cultivando os temas folclóricos e locais , pois em tal dualidade é generosa a inspiração de Pedro Sánchez como músico, letrista e compositor.</p>
<p>As denominações de seus conjuntos se sucederam: Orquesta Correntina de Pedro Sánchez primeira vez que se impõe o nome de “Correntina” no ano de1933; depois Quinteto los Menú e posteriormente Trío Taraguy de Pedro Sánchez. Neles  desfilaram a grandeza de Ambrosio Miño, Marcos Ramírez, <a href="http://chamame.com.br/ramon-tito-aranda"><strong>“Tito” Aranda</strong></a>, <a href="http://chamame.com.br/tarrago-ros"><strong>Tarragó Ros</strong></a>, <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola"><strong>Tránsito Cocomarola</strong></a>, Alvaro Copello, Pedro Pascasio Enríquez, Pablo Domínguez, Ramón Sixto Ríos, Reynaldo Díaz, o renomado Alberto Castellán e a inimitável voz de Pedro De Cervi.</p>
<p>Além disso foram incorporados instrumentos não tradicionais como clarinete, saxofone, piano e violino, originando um som peculiar para a época, e também são muito lembrados seus chamamés e valseados com diálogo e versos. Pedro Sánchez também participou e gravou com o Conjunto Coembotá, do qual era  diretor seu amigo Carlos Alberto Castellán.</p>
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<a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><br />
Prof.Enrique Piñeyro &#8211; Fragmento do livro &#8220;Chamamé, Música Tradicional de Corrientes&#8221;<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Biografia &#8211; Ramón “Tito” Aranda</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 15:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>acordeón diatônico</strong><strong></strong> é o instrumento por excelência na música correntina. Desde sua chegada à Corrientes, fato ocorrido entre os anos de <strong>1840 a 1850</strong> aproximadamente, o acordeón sofreu um processo de cunho folclórico, ou seja, se adaptou às necessidades específicas da expressão musical correntina.</p>
<p>Desta maneira se escreveu uma história paralela solidária entre o acordeón diatônico e os temas populares que foram se originando neste processo que mencionamos.</p>
<p>Também se escreveu a história dos acordeonistas da música folclórica correntina. Muitos são os nomes que já mencionamos anteriormente, mas sabemos que não estão todos na lista, que nossas nomeações são incompletas.</p>
<p>Nomeamos aqui para recordar Francisco Umerez, Aurelio Borda, “Camba” Castillo, Marcos Herminio Ramírez, Ambrosio Waldino Miño, Santiago Barrientos, Lorenzo Valenzuela, <a href="http://chamame.com.br/tarrago-ros"><strong>Tarragó Ros</strong></a>, entre outros, como os primeiros acordeonistas que se destacaram em Buenos Aires, e também por terem criado um estilo particular que os identifica.</p>
<p>Nesta relação também ocupa um lugar privilegiado <strong>Ramón “Tito” Aranda</strong>, acordeonista <strong>nascido em Esquina</strong>, província de <strong>Corrientes</strong> e que atuou em numerosos conjuntos.</p>
<p>Citamos alguns deles:</p>
<p>1º) Com Emilio Chamorro em seu trio, nos Paisanitos Campiriños e em Los Hijos de Corrientes.</p>
<p>2º) Com <a href="http://chamame.com.br/osvaldo-sosa-cordero"><strong>Osvaldo Sosa Cordero</strong></a> y sus correntinos.</p>
<p>3º) Com o TríoTaraguí de Pedro Sánchez.</p>
<p><span id="more-713"></span></p>
<p>4º) Possuímos uma fotografia na qual são vistos juntos Antonio Niz, no conjunto Ituzaingó de Leonila Esquivel;</p>
<p>5º) E depois com seu Cuarteto Correntino de Tito Aranda, gravou numerosos LPs com o selo Pampa a partir do ano de 1953.</p>
<p>Tivemos a oportunidade de escutar uma gravação de 14 de outubro de 1953, cujo título é Pato Picazo, chamamé de sua autoria e interpretada por seu Cuarteto Correntino, de incontestável qualidade melódica e instrumental. Ramón “Tito” Aranda faleceu na cidade de Buenos Aires no ano de 1970.</p>
<p>&#8212;<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><br />
Prof. Enrique Piñeyro &#8211; Fragmento do livro &#8220;Chamamé, música tradicional de Corrientes<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda+-+http://3ribr.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda+-+http://3ribr.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/ramon-tito-aranda&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/ramon-tito-aranda&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Ram%C3%B3n+%E2%80%9CTito%E2%80%9D+Aranda" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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