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	<title>Chamame .com.br &#187; Antonio Tarragó Ros</title>
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	<description>Chamamé sem Fronteiras</description>
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		<title>O Acordeón &#8211; Método de Cordiona Verdulera</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 23:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instrumentos Musicais]]></category>
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		<description><![CDATA[Acordeón Mombirï
Por Antonio Tarragó Ros e&#160; Oscar Laiguera
Pode ser classificado como instrumento folclórico por transculturação. Sua origem&#160; não vem do&#160; folk, mas sim&#160; da&#160; Europa, como produto da sociedade contemporânea. Aerófono muito usado no&#160; extremo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Acordeón Mombirï</b></p>
<p><i>Por Antonio Tarragó Ros e&nbsp; Oscar Laiguera</i></p>
<p>Pode ser classificado como instrumento folclórico por transculturação. Sua origem&nbsp; não vem do&nbsp; folk, mas sim&nbsp; da&nbsp; Europa, como produto da sociedade contemporânea. Aerófono muito usado no&nbsp; extremo sul do&nbsp; país, especialmente na zona de influência chilena, uma das mais ricas do&nbsp; folclore musical; sua vigência também chegou&nbsp; até à zona central, mas com menos freqüência. Existem dois tipos de acordeón: o&nbsp; acordeón à piano e o de botões.</p>
<p>O primeiro consta de um pequeno teclado, que geralmente chega a duas e meia oitavas com tons e semitons, para a mão direita, e botões de baixos para a mão esquerda. O&nbsp; acordeón de botões&nbsp; é muito mais popular na zona sul;&nbsp; apesar de&nbsp; suas possibilidades serem&nbsp; mais limitadas, os executantes destacam as perfeitas harmonizações que conseguem&nbsp; com ele. Tem apenas tons maiores e suas notas se diferenciam conforme se faça compressão ou tracionamento. Na mão esquerda tem oito baixos para acompanhamento. Ambos os instrumentos são indispensáveis nas orquestras de música chilena e gozam de grande popularidade.</p>
<h2><b>Método de Cordiona Verdulera</b></h2>
<p>Tomando a dianteira…</p>
<p>O presente método tem como propósito facilitar ao estudante de acordeón de oito baixos a prática com obras do repertório conhecido e da qual o instrumento é um representante indispensável.</p>
<p>Selecionamos uma série de temas ordenados segundo uma dificuldade crescente e um plano de aprendizado sem mestre que, ainda que arbitrário como qualquer outro método, cumpra os passos que possibilitem a qualquer pessoa medianamente dedicada o que temos como objetivo: interpretar tais canções conforme são conhecidas popularmente e em um período relativamente curto.</p>
<p>Este conjunto de conhecimentos é mais efetivo quando já se tem uma formação prévia no instrumento. Incontestavelmente a ajuda de um mestre possibilitará que se obtenha os resultados&nbsp;&nbsp; mais rapidamente; nesse caso o trabalho&nbsp; consistirá em um guia de consulta sobre formas, estilos, modos e características que representam&nbsp; a cultura que estamos promovendo. Nesse sentido, além de ser um método para tocar um instrumento, esta é uma orientação para aprender a tocar chamamé com este instrumento. Em razão disso&nbsp;&nbsp; consideramos que os aprendizes&nbsp; já tenham algumas noções&nbsp; de teoria e prática musical sobre as quais, entretanto, insistiremos. Aqueles aspectos nos quais nos tornemos&nbsp; repetitivos ou redundantes, na opinião&nbsp; de algum observador, servirão para reafirmar o assunto em questão e para assegurar a transmissão adequada da nossa idéia.</p>
<p>Pelo acima exposto podemos dizer que nosso trabalho levará em consideração e incluirá diferentes níveis de:</p>
<ol>
<li>Conhecimentos prévios sobre teoria e prática musical;</li>
<li>Conhecimentos de aplicação específica do aspecto cultural que estamos tratando: intenções, fraseados, intensidades, entradas, acentuações e todo enfoque que defina o linguajar em questão.</li>
</ol>
<p>Diante de determinados conceitos, pode parecer que nos opomos à cultura tradicional, denominada erroneamente de clássica, de origens centro-européias; incontestavelmente reconhecemos esses valores no contexto no qual entendemos que eles devem ser tratados.</p>
<p>Trabalhamos para dar um novo impulso a nossa desarticulada identidade, e uma das maneiras de fazê-lo é reconhecer os dados da realidade cultural na qual vivemos, crescemos, sentimos e nos expressamos. As influências têm que ser analisadas sob o ponto de referência do intercâmbio e não sob o da dependência ou da imposição. A globalização é uma fraude que serve aos poderosos como um meio de submeter os demais aos seus desígnios culturais, que são o investimento com os quais eles compram as massas ingênuas, ávidas por &#8220;produtos culturais&#8221;.</p>
<p>Certamente é por isso que insistimos em formar nossa própria história, abrindo mão do recurso da memória que é de validade universal. Se, por alguma razão, estamos condicionados, é pelo nosso amor a estas manifestações absolutamente arraigadas, ás quais queremos demonstrar nosso orgulho pelo que elas significam para nós.</p>
<p>Chamamos atenção, então, para o fato de que existe uma verdadeira investigação não por fazer um trabalho para ajudar a aprender a cultura do chamamé através de um determinado instrumento, mas porque que essa mesma investigação tem os traços dos objetivos que buscamos. Talvez&nbsp; até&nbsp; em nosso linguajar se veja uma maneira que é nos é própria&nbsp; e que não existe desde outra alquimia sobre como se deve tocar esta música. Este método fala&nbsp; no&nbsp; mesmo linguajar com o qual vivemos dia a dia e tocamos o chamamé. Nesse&nbsp; sentido é um ensaio alegórico, diria Borges.</p>
<p>Tradução Marise Zappa<br />
Fuente: tarrago-ros.com.ar</p>
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		<title>El Cielo del Albañil, Joselo Schuap</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 01:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Antonio Tarragó Ros]]></category>
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		<category><![CDATA[Igor Alecsander]]></category>
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		<description><![CDATA[El Cielo del Albañil por Joselo Schuap
Música: Antonio Tarragó Ros
Letra: Teresa Parodi
Fotografia: Igor Alecsander]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>El Cielo del Albañil por Joselo Schuap<br />
Música: Antonio Tarragó Ros<br />
Letra: Teresa Parodi<br />
Fotografia: Igor Alecsander</span></p>
<p><span><strong>Letra</strong></span></p>
<p><span>Allá cerquita del cielo<br />
entre los andamios<br />
sentado como un tropero<br />
le está mateando.</span></p>
<p>Igual como si estuviera<br />
en medio del campo<br />
debajo de alguna sombra<br />
junto a un remanso.</p>
<p>Hablando pocas palabras,<br />
lo he visto a Vargas,<br />
quedarse así de cuclillas<br />
mirando lejos<br />
cercado entre el hormigón<br />
no encuentra su cielo aquí<br />
de balde lo está buscando<br />
entre tanto gris.</p>
<p>En la radio sin querer<br />
como un duende el acordeón<br />
estirando un chamamé<br />
le estremece el corazón.<br />
Y hasta le parece angá<br />
que si suelta un sapukai<br />
los peones le han de oir<br />
en la estancia el paraisal.</p>
<p>Al verlo así me parece<br />
que anda tropeando<br />
con su compadre Lalanda<br />
como hace tanto.</p>
<p>Qué pena me da mirarlo<br />
entre los andamios<br />
con todo ese cielo adentro<br />
como sangrando.</p>
<p>Detrás del vuelo aterido<br />
de una paloma.<br />
se achican sus ojos negros<br />
mirando lejos.</p>
<p>Cercado entre el hormigón<br />
el cielo del albañil<br />
manchado de arena y cal<br />
se termina allí.</p>
<p>Algún día volverá<br />
le gustaba ser peón.<br />
No se halla por acá<br />
ya ha de haber una ocasión<br />
mientras tanto al escuchar<br />
por la radio un chamamé<br />
él remonta un sapukai<br />
es su modo de volver&#8230;</p>
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		<title>Biografia &#8211; Tarragó Ros</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 20:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tarragó Ros, chamado de ‘O Rei do Chamamé’ nasceu em Curuzú Cuatiá.
&#8220;Na cidade de Curuzú Cuatiá, província de Corrientes, aos vinte e dois dias do mês de junho do ano de mil novecentos e vinte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-647 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Tarragó Ros" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/tarrago_ros.jpg" alt="" width="209" height="232" />Tarragó Ros, chamado de ‘O Rei do Chamamé’ nasceu em <a href="http://chamame.com.br/a-curuzu-cutia"><strong>Curuzú Cuatiá</strong></a>.</p>
<p>&#8220;<em>Na cidade de Curuzú Cuatiá, província de Corrientes, aos vinte e dois dias do mês de junho do ano de mil novecentos e vinte e três, perante mim, Chefe do Registro Civil, Antonio Ros, de cor branca, de trinta e seis anos, espanhol, solteiro, fazendeiro domiciliado nesta cidade, declaro: que no dia dezenove do corrente, à uma hora, em seu domicilio, nasceu o varão Tarragó, de cor branca, filho natural do declarante e de Florinda Reina, de cor morena clara, de vinte anos, argentina, solteira, domiciliada nesta cidade, filha de Eustaquio Reina</em>&#8220;.</p>
<p>Assim se refere a certidão de nascimento de Tarragó Ros, anos depois músico popular, chamado de ‘O Rei do Chamamé’. Uma certidão posterior certifica o casamento dos seus pais e também do nascimento, em 1918, de Antonio Ros, sendo feito assim registro completo da família. Os primeiros anos de Tarragó giraram em torno da barraca de couros de propriedade de sua família, espécie de porta aberta ao mundo. Ali conheceu peões, catadores de mariscos, gauchos simples com sombreros de abas enormes, e também músicos de emoção intensa. Algumas vezes vinham montados em gigantescas carroças de seis ou oito cavalos; em outras, eram vistos passar com acordeón e violão na mão, caminhando nas tardes de sábado rumo ao baile.</p>
<p><span id="more-646"></span></p>
<p>Repentinamente os amigos que ele tinha na escola do centro lhe mostraram ser menos íntimos que os dos bairros e dos casarios afastados. Conseguiu, de alguma forma, uma sanfona e não foi extraordinário o fato de que, ainda que seus pais o incentivassem a estudar piano, ele queria tocar acordeón e também bateria, que tinha visto em algum baile popular.</p>
<p>Aos quinze anos já participava de diversos conjuntos com seu irmão e alguns amigos e, aos dezessete, já decidido pelo chamamé, realizou suas primeiras turnês. Com mais dois ou três músicos subiam em um trem e ganhavam dinheiro para pagar a viagem tocando para os passageiros; em uma dessas aventuras chegaram até Buenos Aires. Mas a maior parte do seu trabalho, embora com rendimentos modestos, ainda estava em Corrientes, nos arredores de Curuzú.</p>
<p>A essa altura, Tarragó sentia que sua paixão pela música estava ligada a algo mais que o gosto pela aventura pessoal. E para propagar e sustentar essa consciência cultural, em 15 de julho de 1943 saiu a primeira edição do quinzenal <em>Brisas Correntinas</em>, editado e dirigido por ele mesmo.</p>
<p>A publicação incluía um editorial, letras de canções, uma coluna humorística, uns versos dedicados a Tarragó por seu amigo Luis Torres, anúncios de programas de rádio e baile.</p>
<p>Nesse mesmo ano viajou a Buenos Aires integrando o Trío Taragüí, que era dirigido por Pedro Sánchez, o que também não lhe dava muito sustento.</p>
<p>O primeiro estímulo foram os músicos que ele escutou na sua infância em Curuzú; depois as histórias de jovens e de inesperados talentos descobertos em paragens remotas, lidas em El Alma que Canta, ou vistas no cinema. Já em Buenos Aires outra visão alimentou seus sonhos de adolescente, ávidos de um ídolo popular: a imagem de Ramón Estigarribia, músico apelidado de Yaguareté, que em um restaurante do centro da cidade comia com deleite e sem privações, feliz e rodeado de amigos.</p>
<p>Além disso, naquela ocasião, ele foi acordeonista de Mauricio Valenzuela, a quem anos mais tarde ficaria agradecido por seus ensinamentos profissionais, e também tocou junto com Mario Millán Medina, <a href="http://chamame.com.br/isaco-abitbol"><strong>Isaco Abitbol</strong></a>, Ernesto Montiel, Pedro Mendoza e Luis Acosta, outros amigos que estiveram junto com ele na sua curta passagem pela capital.</p>
<p>Em 1944 retornou  à Corrientes. Á frente de um elenco chamado Melodías Guaraníes, cuja direção compartilhou em algum momento com o célebre bandoneonista Oreste Hernández, fez inúmeras apresentações no litoral e no Brasil, além de apresentar-se na Radio Prieto, Radio Callao e La Voz del Aire.</p>
<p>Muitas propagandas da época recordaram a programação completa. Se fosse realizado em um cinema, a primeira parte incluía, por exemplo, a projeção de El Amo del Arrabal, Tierra sin Ley, ou Baile y pasión; se não, a segunda era a única, mas oferecia chamamés, polcas, galopas (danças húngaras), xotes, valsados, canções, solos de acordeón, solos de garrafas, diálogos em guarani, recitativos, solos de bandoneón, bombo indio (tambor indígena) e canções regionais em dueto.</p>
<p>O <em>bottelista</em> podia ser Valentín Zárate, e se a apresentação era em Curuzú, o cantor e intérprete podia ser Gorgonio Benítez, encarregado da barraca e amigo fiel de Tarragó.</p>
<p>Em 1945, em razão das dificuldades para conseguir um trabalho bem remunerado, aceitou substituir <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola"><strong>Tránsito Cocomarola</strong></a> no conjunto de Emilio Chamorro. Atuou por quase três anos, durante os quais amadureceu como instrumentista e compositor, mas sobretudo foi definindo seu próprio estilo que , somado à personalidade forte, logo desembocaria na sua carreira como diretor.</p>
<p>Em 1947, de sua breve união com Elia Crispina Molina, nasceu Antonio. Nesse mesmo ano decidiu voltar a ser independente profissionalmente e para isso fixou residência definitiva em Rosario, nas portas do litoral e perto de Buenos Aires.</p>
<p>Planejou seus primeiros grupos, fez suas primeiras apresentações em La Ranchada, local de propriedade de Emilio Chamorro; no Club Huracán de Entre Ríos, no Centro Correntino de Rosario. Foi ali, precisamente em 1948, que se juntou a Carlos Olmedo, que seria seu cantor, entusiasta e amigo fiel até o fim. Este conjunto se completava com Felipe Lugo Fernández, Rómulo Velázquez, Adriana Selva, Edgar Estigarribia e Alonso,  nome de batismo deste último, escondido na memória.</p>
<p>O começo não foi fácil. As apresentações mais freqüentes eram nas festas organizadas pelos portuários, e também nos bailes montados por ele mesmo Tarragó, aos quais costumava juntar-se uma orquestra de tango e uma de jazz. O gênero era variado. Entretanto, naquele momento o músico já se sentia dono da sua arte e sua decisão de persistir era cada vez mais forte. Sobretudo sentia a emoção que pairava no ar entre ele e o público, cada vez que ele subia em um palco. Trabalhou assim até 1954 quando fez a primeira gravação.</p>
<p>Acompanhado por Antonio Niz e Felipe Lugo Fernández fez um teste na Odeón e causou impacto por seu estilo pungente e irresistivelmente dançante, e gravou um disco de 78rpm com El Toro e Don Gualberto. Sua repercussão não podia ter sido melhor; no ano seguinte voltou a gravar, e a partir daí começou sua ascensão.</p>
<p>Já havia então incorporado às bombachas umas corraleras (polainas) também bordadas que havia copiado das antigas fotos de Carlos Gardel, a quem muito admirava. Sua estampa de homem muito alto e de sorriso sereno começou a ser sinônimo desse ruído alegre que se desencadeava nos bailes desde o primeiro acorde pulsado por seus dedos.</p>
<p>Chegando aos anos 60, era um dos músicos mais populares de toda a sua região e um dos maiores vendedores de discos do país; as gravadoras disputavam seu contrato. Em 1964 já havia passado de um milhão de discos vendidos, ficando em evidência depois que ganhou seu primeiro disco de ouro. Mais adiante obteria outro de ouro, um de platina e o apreciado Templo de Oro, que a gravadora oferecia somente a suas grandes estrelas históricas.</p>
<p>Em um dia de 1966, quando se encontrava de passagem por Buenos Aires, encontrou-se com Antoñito, a quem ele viu poucas vezes. Voltaram juntos a Rosario, e diante da decisão do jovenzinho e em vista de suas habilidades com o acordeón, seu pai lhe deu um posto de acordeonista substituto e apresentador em seu conjunto.</p>
<p>Entretanto, Tarragó tinha seu próprio salão de baile em Rosario, o Humberto Primo, e não abandonava a atividade de associado na Seccional Rosario de la Unión Argentina de Variedades. O membro 772, ao qual lhe dedicara um chamamé, era o Siam Di Tella, que dirigia Pepito, e que nesses anos conduzia o conjunto por turnês permanentes por cada um dos povoados e das cidades do litoral.</p>
<p>Os sucessivos LPs, as rádios e suas freqüentes apresentações na televisão asseguraram sua popularidade, quando já começava a ser chamado O Rei do Chamamé. Na intimidade de sua casa, em Rosario, ele podia ser visto jantando de madrugada junto com Angelita Lescano, sua companheira nos últimos dezesseis anos, conversando com ela e escutando chamamés pela rádio.</p>
<p>Chegou a compor quase duzentos temas: El Desconsolado, Por que te fuiste, El Prisionero, Madrecita, A Curuzú Cuatiá, Caña con ruda, o El Afligido, Escuelita de mi Ayer, são alguns dos mais conhecidos; gravou vinte LPs e influenciou toda uma geração de intérpretes do chamamé.</p>
<p>Quando sentiu o primeiro e último aviso do seu coração, se levantou tranqüilo, fez a barba, se vestiu com sua cuidadosa elegância habitual, e saiu para se internar no Sanatorio Corrientes, em Rosario. Ás 14 horas do sábado, dia 15 de Abril de 1978, ele faleceu, vítima de uma parada cardíaca.</p>
<p>Era seu desejo deixar seus restos mortais em Curuzú Cuatiá, que foram levados até lá em um lento cortejo fúnebre, saudado em cada cidade por habitantes que gostavam muito dele. Ainda hoje costuma ter flores frescas no seu túmulo.<br />
-</p>
<p>Guillermo Pintos &#8211; Publicada na revista Folcklore<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Biografia &#8211; Agustín Maidana</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 01:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>DON AGUSTÍN MAIDANA nasceu na Villa Ocampo, província de Santa Fé, em 18 de julho de 1938. Filho de Leon Maidana e Clara Alderete nasceu no berço de uma família do chamamé onde seu pai, além de cabeleireiro, tocava um acordeon de duas fileiras.</p>
<p>Tinha mais quatro irmãos: Ramón, Máximo, Alcibíades e Elsa, que tocavam algum instrumento e Elsa, que cantava.</p>
<p>Agustín começou a tocar violão e acompanhava Máximo, seu irmão mais velho, para aprender a tocar bandoneon. Seu irmão não continuou a tocar esse instrumento, mas Agustín sim, e, a partir dos 10 anos de idade começa a subir aos palcos com o conjunto Los Hermanos Maldana, no qual cantava sua única irmã, Elsa.</p>
<p>Em sua vila tocava também em uma Típica, onde interpretava distintos ritmos musicais como tangos, boleros, etc., além de chamamé e de vários intrumentos como o bandoneon e o baixo.</p>
<p>Aos 16 anos vem a Buenos Aires para gravar com Marcos Bassi seu primeiro LP. Depois participa do Grupo Musical de Armando Nelly.</p>
<p>Enquanto isso, na sua vida pessoal, casa-se com Edin Martinez, com quem tem quatro filhos: Deolindo, Susana, Angel e Natalia.</p>
<p><span id="more-613"></span></p>
<p>Os anos se passaram e são incalculáveis os artistas com quem Don Agustín esteve, entre eles: Avelino Flores (com quem dividiu vários palcos e uma grande amizade), Hnas. Vera com Eduardo Miño, Roberto Galarza (atuando no Clube de Regatas de Corrientes, no Festival de Chamamé), Carlos Talavera com o Quarteto Santa Ana e Maria Ofelia.</p>
<p>A pedido da viúva de Ernesto Montiel grava com seu sobrinho, Juan Montiel, que entra pela primeira vez em um estúdio de gravação.</p>
<p>Esteve também com o Duo Cejas Moyano, Raul Barboza, Duo Rosendo e Ofelia (amigos da família), Ramona Galarza, Paloma e Teresa Base, Juan El Peregrino, Teresa Parodi e Antonio Tarragó Ros, com os quais participa de um festival no Luna Park, em Buenos Aires, no ano de 1988.</p>
<p>São poucos os registros das pessoas com quem gravou já que tocava diferentes ritmos e instrumentos, o que o levou a gravar com o grupo tropical Los Broncos.  Passou também ao ritmo de chamamé canções de Leo Dan.</p>
<p>Alguns de seus trabalhos mais conhecidos são: BELLA MORENA (tango, valsa, chamamé, paso doble, etc), 40 MINUTOS DE CHAMAMÉ (chamamé), etc.</p>
<p>Além disso, compôs inumeráveis temas com grandes personagens do meio chamamecero: INDIECITA MISIONERA (MAIDANA, J EL PEREGRINO, LACROIX), LIBREÑO SEÑOR (MAIDANA, CLAUS, TUFANI), TRENZADO FLOJO (AGUSTÍN MAIDANA), etc.</p>
<p>A partir de 1985 Don Agustín descobre que sua filha caçula, Natalia, decide começar o caminho da música no chamamé. Com apenas 5 anos Natalia Marina sobe ao palco pela primeira vez com seu pai, e a partir daí seguem juntos no grupo AGUSTÍN MAIDANA E SEU CONJUNTO, COM NATALIA MARINA, fazendo gravações no ano de 1999. Paralelamente Agustín integra o conjunto Los Gonzalez Martinez com quem grava três discos e compõe diversos temas.</p>
<p>Em uma tarde de 15 de setembro de 2000, aos 62 anos de idade, falece DON AGUSTÍN MAIDANA, encerrando uma carreira na qual levou sua MÚSICA CHAMAMÉ por todo o país e pelos países vizinhos, indo com ele palcos compartilhados com diferentes personagens, o que deixa sua família, ainda hoje, admirada ao tomar conhecimento.</p>
<p>Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Agust%C3%ADn+Maidana+-+http://4emff.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Biografia+%E2%80%93+Agust%C3%ADn+Maidana+-+http://4emff.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/agustin-maidana&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Agust%C3%ADn+Maidana" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/agustin-maidana&amp;t=Biografia+%E2%80%93+Agust%C3%ADn+Maidana" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Con más de 10 mil personas en el Luna Park, el chamamé festejó su día</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 20:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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Antonio Tarragó Ros, Ramona Galarza, Mario Bofill, Los de Imaguaré y Los Alonsitos debían brindar anoche un show para celebrar el Día Nacional del Chamamé, fecha en que se recuerda la muerte de Tránsito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por <a rel="nofollow" href="http://www.diariolarepublica.com.ar" target="_blank">DiariolaRepublica.com.ar</a></em></strong></p>
<p>Antonio Tarragó Ros, Ramona Galarza, Mario Bofill, Los de Imaguaré y Los Alonsitos debían brindar anoche un show para celebrar el Día Nacional del Chamamé, fecha en que se recuerda la muerte de Tránsito Cocomarola. Había vendidas más de 10 mil entradas.</p>
<p>Mientras las principales publicaciones especializadas en música hablan de Argentina como una plaza elegida por los principales artistas del mundo, el chamamé demostró en su día que el mercado interno también puede dar dividendos a los productores más importantes del país. Anoche, Antonio Tarragó Ros, Ramona Galarza, Mario Bofill, Los de Imaguaré y Los Alonsitos realizaron en el Luna Park un espectáculo llamado “Viva el chamamé”. Organizado por el correntino Nito Artaza, el show tenía vendido más de 10 mil entradas. Un éxito.</p>
<p>Aunque Artaza, uno de los productores artísticos más importantes del país en base a innumerables éxitos con el teatro de revista, aportó todo su aparato publicitario y de difusión para alcanzar semejante cantidad de público. Los artistas correntinos hablaron con Chamamé horas antes de subir al prestigioso escenario y destacaron el potencial que tiene este género musical.</p>
<p><span id="more-486"></span></p>
<p>“No somos Madonna, pero va a haber mucha gente y podría haber más todavía”, bromeó en diálogo Chamamé Marcelo Roselli Majul, de Los Alonsitos. Este grupo, todavía catalogado como joven en el ambiente chamamecero, a fuerza de éxitos se ubicó entre los más representativos del género.</p>
<p>Recientemente nominados a los premios Gardel a la música y con varias presentaciones en el Luna Park, Los Alonsitos son uno de los claros ejemplos del potencial que tiene el chamamé. Cada uno de sus trabajos discográficos se venden en todo el país y el grupo realiza la mayoría de sus presentaciones fuera de Corrientes.</p>
<p>Mario Bofill es otro de los que durante los últimos meses vio trascender su canto a todo el país. Fue con la salida de Esteros, su último disco, y con una estrecha relación con Soledad Pastorutti. La Sole cumplió una suerte de madrinazgo durante 2008, invitándolo a participar de su más reciente trabajo y participando ella de la placa ya mencionada de Mario.</p>
<p>El cantautor de Loreto fue buscado por los medios nacionales para promocionar “Viva el chamamé”. El diario Clarín publicó el jueves 18 una entrevista donde Mario dio sus impresiones respecto a lo que representa el chamamé. “Es un pequeño mundo”, dijo, y también mencionó un crecimiento del género. “Antes, el folclore copaba todo y eran muy pocos los chamameceros que tenían lugar en eventos de jerarquía. Hoy no hay un solo festival sin chamamé”, resaltó Bofill.</p>
<p>Pero ahí no termina nada. Antonio Tarragó Ros, radicado en Buenos Aires, dedica su carrera no sólo a hacer música sino también a promocionar el chamamé. Su programa radial Los chamameceros fue ternado para un premio Martín Fierro del interior en el rubro Mejor producción de radio.</p>
<p>El curuzucuateño, hijo de uno de los pioneros de esta música, el viejo Antonio Tarragó Ros, no sólo conserva el nombre de su padre. Sino también la capacidad de ser reconocido en todo el país y el mundo. Hace años su música le permitió tocar con grandes artistas como Silvio Rodríguez.</p>
<p>Ramona Galarza es conocida como “la novia del Paraná”, pero su principal romance es con el chamamé. Esta música llevó a la correntina a cantar en escenarios de todo el mundo y a principio de año le valió una distinción del Congreso de la Nación. Anoche funcionarios de la Subsecretaría de Turismo de la Provincia también la reconocieron por su trayectoria.</p>
<p>Los de Imaguaré iban a completar la grilla de artistas correntinos que al cierre de esta edición tenían la tarea de contentar a más de 10 mil personas. Con la voz y las glosas de Julio Cáceres y temas reconocidos en todo el país como Posadeña linda, su aporte también sería muy valorado.</p>
<p>El show</p>
<p>Las más de 10 mil personas que compraron su entrada para escuchar cantar a los máximos exponentes del chamamé en el Luna Park, tenían un programa prometedor que hacía valer el costo del boleto.</p>
<p>El espectáculo tenía previsto honrar la memoria de Mario del Tránsito Cocomarola y de Osvaldo Sosa Cordero (ver a parte) con actuaciones por separado y diferentes combinaciones. Según comentaron a La República los músicos, muchos de ellos actuarían juntos por primera vez, pese a haber participado en innumerables festivales. “Es raro porque siempre andamos por los mismos lugares, pero no todos tocamos juntos”, dijo Bofill.</p>
<p>Una delicada selección de temas se realizó “para no aburrir al público”, explicó Tarragó. Es que, con la presentación de cada uno de los cinco artistas por separado, el show estaba previsto que durara más de tres horas.</p>
<p>Pero además el espectáculo tenía previsto algunos condimentos especialmente preparados. Cacho Castaña, que trabaja con Nito Artaza en el teatro de revista, tenía previsto y hasta ensayó un tema con Ramona Galarza. “Se quería dar el gusto”, aseguró el productor correntino. Un problema de salud del tanguero truncó esta posibilidad.</p>
<p>“Antonio irá con 100 acordeonistas y así se cerraría el show. Va a ser una gran fiesta”, anticipaba Artaza antes del recital.</p>
<p><em><strong>Por <a rel="nofollow" href="http://www.diariolarepublica.com.ar" target="_blank">DiariolaRepublica.com.ar</a></strong></em></p>
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		<title>Feliz Dia do Chamamé</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 05:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 19 de setembro, Dia do Chamamé
Em memória ao eterno taita do chamamé, don Mario del Tránsito Cocomarola.
O dia do chamamé nasceu em Corrientes no ano de 1975 por Lei do Governo Constitucional.  Neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-480 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Tránsito Cocomarola" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/09/transito.jpg" alt="" width="156" height="214" /> <strong>19 de setembro, Dia do Chamamé</strong></p>
<p>Em memória ao eterno taita do chamamé, don Mario del Tránsito Cocomarola.</p>
<p>O dia do chamamé nasceu em Corrientes no ano de 1975 por Lei do Governo Constitucional.  Neste mesmo ano era inaugurado o monumento nas interseções das Av. Artigas e Ituzaingo na capital correntina.</p>
<p>A primeira celebração contou com a presença de Padre Julián Zini e do Grupo Reencuentro.</p>
<p>Esta semana estão sendo realizadas diversas atividades para celebrar a Semana do Chamamé. Palestras e apresentação da &#8216;Orquesta Folclórica de la Provincia de Corrientes no &#8216;Museo de Artesanías&#8217;.</p>
<p><a href="http://chamame.com.br/ramona-galarza-y-antonio-tarrago-ros-en-un-gran-festival-chamamecero">Em Buenos Aires nesta sexta, se apresentam no Luna Park: Ramona Galarza, Antonio Tarragó Ros,  Mario Bofill, Los Alonsitos e Los de Imaguaré</a>.</p>
<p>Para fechar a Semana do Chamamé,  neste sábado a partir das 21 horas &#8211; <a href="http://chamame.com.br/raul-barboza-y-chango-spasiuk-en-resistencia">Raúl Barboza e Chango Spasiuk juntos</a> no Complejo Domo del Centenario na cidade de Resistencia &#8211; Chaco.</p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Feliz+Dia+do+Chamam%C3%A9+-+http://4kcbh.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Feliz+Dia+do+Chamam%C3%A9+-+http://4kcbh.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/dia-do-chamame&amp;t=Feliz+Dia+do+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/dia-do-chamame&amp;t=Feliz+Dia+do+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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