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	<title>Comentários sobre: Projeto institui o Dia Estadual do Chamamé em Mato Grosso do Sul</title>
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	<description>Chamamé sem Fronteiras</description>
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		<title>Por: Etlon</title>
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		<dc:creator>Etlon</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 17:44:20 +0000</pubDate>
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		<description>Esse Carlos Zatti, passou a vida inteira tomando leiTÊ quenTÊ!!!

Não sabe o que está falando...

Viva MS!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse Carlos Zatti, passou a vida inteira tomando leiTÊ quenTÊ!!!</p>
<p>Não sabe o que está falando&#8230;</p>
<p>Viva MS!!!</p>
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		<title>Por: mari</title>
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		<dc:creator>mari</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 16:40:30 +0000</pubDate>
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		<description>o MATO GROSSO DO SUL é o estado nacional do chamamé então eu tenho orgulho de ser SUL MATOGROSSENSE MESMO!!!!!! amo o PANTANAL e desde criança ouço o CHAMAMÈ PANTANEIRO do MATO GROSSO DO SUL não há outro estado igual ao nosso então temos que comemorar porque não vamos ser um estado dependente de outros estados e sim INDEPENDENTE o chamamé é a trilha sonora do nosso estado que sul matogrossense nunca escutou MERCEDITA apesar de nao ser chamamé mas essa musica me lembra cada cidade do MATO GROSSO DO SUL VIVAAAAAAA O MATO GROSSO DO SUUUUULLL esa comemoração é tão grandiosa que vai virar feriado estadual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o MATO GROSSO DO SUL é o estado nacional do chamamé então eu tenho orgulho de ser SUL MATOGROSSENSE MESMO!!!!!! amo o PANTANAL e desde criança ouço o CHAMAMÈ PANTANEIRO do MATO GROSSO DO SUL não há outro estado igual ao nosso então temos que comemorar porque não vamos ser um estado dependente de outros estados e sim INDEPENDENTE o chamamé é a trilha sonora do nosso estado que sul matogrossense nunca escutou MERCEDITA apesar de nao ser chamamé mas essa musica me lembra cada cidade do MATO GROSSO DO SUL VIVAAAAAAA O MATO GROSSO DO SUUUUULLL esa comemoração é tão grandiosa que vai virar feriado estadual.</p>
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		<title>Por: Silva</title>
		<link>http://www.chamame.com.br/projeto-institui-o-dia-estadual-do-chamame-em-mato-grosso-do-sul/comment-page-1#comment-1843</link>
		<dc:creator>Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 01:40:39 +0000</pubDate>
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		<description>“Todos cantam sua terra, também vou cantar a minha, é claro ao som do Chamamé de Mato Grosso do Sul”.


   Quando se fala de chamamé em Mato Grosso do Sul, vem logo em mente: roda de amigos, boa prosa, um tereré gelado, e até mesmo um bom arrasta pé, em qualquer quintal, seja na sede de uma rica fazenda ou no quintal de um simples peão. Nessa terra, não há criança que cresça ou cresceu sem ouvir a melodia, se não em sua casa, na casa de amigos, é sim uma moda presente na vida de todos que em Mato Grosso do Sul, enquanto houver um homem no campo haverá a melodia pulsante e viva nas veias.
Cresci ouvindo Chamamé, ou melhor, esse hino que para muitos em especial aos homens que trabalham como tropeiros, peões, o homem da lida do gado e da fazenda, com estilo próprio, o homem simples do campo como dizem, que em meio a sua simplicidade carregar dentro de si, a sabedoria daquele que sabe reconhecer e interpretar o canto dos pássaros, e apaixonado pela vida que leva junto à natureza a qual aprendeu a respeitar e dela suprir suas necessidades, sabe viver entre o campo e a cidade, sem perder o estilo próprio. 
Acredito que com esse reconhecimento do “Dia do Chamamé”, reconhece-se também o dia dessa gente que trabalha no campo para manter as prateleiras da cidade, dessa gente que sabe ser feliz sem agredir a natureza. Assim do campo a cidade, o chamamé é reconhecido por qualquer sujeito que nessa terra vive e nasce, pode sim ter sofrido influências regionais ou culturais isso é normal, mas se for para questionar entre “o meu chamamé e teu chamamé”, O NOSSO CHAMAMÉ PANTANEIRO, TEM MAIS VIDA, MAIS FLORES, MAIS AMORES!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Todos cantam sua terra, também vou cantar a minha, é claro ao som do Chamamé de Mato Grosso do Sul”.</p>
<p>   Quando se fala de chamamé em Mato Grosso do Sul, vem logo em mente: roda de amigos, boa prosa, um tereré gelado, e até mesmo um bom arrasta pé, em qualquer quintal, seja na sede de uma rica fazenda ou no quintal de um simples peão. Nessa terra, não há criança que cresça ou cresceu sem ouvir a melodia, se não em sua casa, na casa de amigos, é sim uma moda presente na vida de todos que em Mato Grosso do Sul, enquanto houver um homem no campo haverá a melodia pulsante e viva nas veias.<br />
Cresci ouvindo Chamamé, ou melhor, esse hino que para muitos em especial aos homens que trabalham como tropeiros, peões, o homem da lida do gado e da fazenda, com estilo próprio, o homem simples do campo como dizem, que em meio a sua simplicidade carregar dentro de si, a sabedoria daquele que sabe reconhecer e interpretar o canto dos pássaros, e apaixonado pela vida que leva junto à natureza a qual aprendeu a respeitar e dela suprir suas necessidades, sabe viver entre o campo e a cidade, sem perder o estilo próprio.<br />
Acredito que com esse reconhecimento do “Dia do Chamamé”, reconhece-se também o dia dessa gente que trabalha no campo para manter as prateleiras da cidade, dessa gente que sabe ser feliz sem agredir a natureza. Assim do campo a cidade, o chamamé é reconhecido por qualquer sujeito que nessa terra vive e nasce, pode sim ter sofrido influências regionais ou culturais isso é normal, mas se for para questionar entre “o meu chamamé e teu chamamé”, O NOSSO CHAMAMÉ PANTANEIRO, TEM MAIS VIDA, MAIS FLORES, MAIS AMORES!</p>
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		<title>Por: Alex Hernandes Barboza</title>
		<link>http://www.chamame.com.br/projeto-institui-o-dia-estadual-do-chamame-em-mato-grosso-do-sul/comment-page-1#comment-1825</link>
		<dc:creator>Alex Hernandes Barboza</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 03:02:42 +0000</pubDate>
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		<description>Ei, Carlos Zatti, você já veio a Mato Grosso do Sul? Não, né..? Então, jaguara, vou te dizer só uma vez: se vier pra cá com essa conversa metida a besta, vai sair com a orelha ardendo de ouvir besteira. Porque todo mundo sabe, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. E estão ligadas, todas, &quot;naturarmente&quot;, mas cada uma é uma. Ora, eu sou filho e neto de divisionistas, com muito orgulho, e sei o quão difícil foi - e é - forjar a identidade de Mato Grosso do Sul. E o chamamé faz isso muito bem. Hoje, se escuta chamamé em Anastácio e Itaporã, cidades fundadas por nordestinos; em Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, fundadas por gaúchos; nas cidades &quot;dos paulistas&quot;, como Ribas do Rio Pardo e Água Clara; e, especialmente, nas terras tradicionais, pátrias dos heróis, de solo defendido com sangue na Grande Guerra: Miranda (minha Miranda!), Dourados, Porto Murtinho, Aquidauana, Jardim, Nioaque, Maracaju, Guia Lopes da Laguna, Ponta Porã,e tantas outras, sem esquecer Campo Grande, Capital do Chamamé. Te digo e juro que o chamamé é muito nosso, está no Zé Corrêa, no Canto da Terra, no Dino Rocha, no Som do Mato, no Capim, na Michelle Dutra, no Marcelo Loureiro, no Gregório... Não é como em outros cantos, não é um animal exótico, não é objeto de estudo, não é recordação de um passado que faz orgulhar; é chama ardente, é sangue pulsante, é força viva, perene e presente, é o que o povo ouve nas ruas, que alegra, que se pede nas festas, nos casamentos, e, quando-em-vez, se quer saber, até em algum velório. Para ouvir chamamé em Mato Grosso do Sul, parceiro, não é preciso pagar cem contos de ingresso e entrar em fila de teatro para ver pseudo-intelectuais dedilhando qualquer coisa; basta parar em uma esquina e ter um pouco de sorte para topar com um músico amador que canta e toca porque gosta e anima os bailinhos da família. O chamamé faz parte da vida, e não causa qualquer nostalgia, porque nunca se fez ausente; é uma força que nos enche os corações de orgulho e os olhos de lágrimas a cada nota, especialmente aqueles que, como eu, se desgarraram do bando e vivem hoje em outras paragens. Y tenho dito!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, Carlos Zatti, você já veio a Mato Grosso do Sul? Não, né..? Então, jaguara, vou te dizer só uma vez: se vier pra cá com essa conversa metida a besta, vai sair com a orelha ardendo de ouvir besteira. Porque todo mundo sabe, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. E estão ligadas, todas, &#8220;naturarmente&#8221;, mas cada uma é uma. Ora, eu sou filho e neto de divisionistas, com muito orgulho, e sei o quão difícil foi &#8211; e é &#8211; forjar a identidade de Mato Grosso do Sul. E o chamamé faz isso muito bem. Hoje, se escuta chamamé em Anastácio e Itaporã, cidades fundadas por nordestinos; em Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, fundadas por gaúchos; nas cidades &#8220;dos paulistas&#8221;, como Ribas do Rio Pardo e Água Clara; e, especialmente, nas terras tradicionais, pátrias dos heróis, de solo defendido com sangue na Grande Guerra: Miranda (minha Miranda!), Dourados, Porto Murtinho, Aquidauana, Jardim, Nioaque, Maracaju, Guia Lopes da Laguna, Ponta Porã,e tantas outras, sem esquecer Campo Grande, Capital do Chamamé. Te digo e juro que o chamamé é muito nosso, está no Zé Corrêa, no Canto da Terra, no Dino Rocha, no Som do Mato, no Capim, na Michelle Dutra, no Marcelo Loureiro, no Gregório&#8230; Não é como em outros cantos, não é um animal exótico, não é objeto de estudo, não é recordação de um passado que faz orgulhar; é chama ardente, é sangue pulsante, é força viva, perene e presente, é o que o povo ouve nas ruas, que alegra, que se pede nas festas, nos casamentos, e, quando-em-vez, se quer saber, até em algum velório. Para ouvir chamamé em Mato Grosso do Sul, parceiro, não é preciso pagar cem contos de ingresso e entrar em fila de teatro para ver pseudo-intelectuais dedilhando qualquer coisa; basta parar em uma esquina e ter um pouco de sorte para topar com um músico amador que canta e toca porque gosta e anima os bailinhos da família. O chamamé faz parte da vida, e não causa qualquer nostalgia, porque nunca se fez ausente; é uma força que nos enche os corações de orgulho e os olhos de lágrimas a cada nota, especialmente aqueles que, como eu, se desgarraram do bando e vivem hoje em outras paragens. Y tenho dito!</p>
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		<title>Por: Paulo Robert Roos</title>
		<link>http://www.chamame.com.br/projeto-institui-o-dia-estadual-do-chamame-em-mato-grosso-do-sul/comment-page-1#comment-1712</link>
		<dc:creator>Paulo Robert Roos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 20:19:36 +0000</pubDate>
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		<description>Parabenizo o Nobre Deputado pela iniciativa do projeto.Sou Chamamezeiro de Rio Brilhante,executo um pouco de Acordeon e tambem Bandoneon.Dia 19/09 no mínimo vou reunir a minha turma para um bom churrasco,lógico que com muito CHAMAMÉ. Povo Sul Matogrossense,vamos comemorar e difundir mais ainda nossa Cultura.Sou fâ incondicional de ZÉ CORRÊA.Um forte abraço no Sr Deputado e em todos os amantes do Chamamé.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabenizo o Nobre Deputado pela iniciativa do projeto.Sou Chamamezeiro de Rio Brilhante,executo um pouco de Acordeon e tambem Bandoneon.Dia 19/09 no mínimo vou reunir a minha turma para um bom churrasco,lógico que com muito CHAMAMÉ. Povo Sul Matogrossense,vamos comemorar e difundir mais ainda nossa Cultura.Sou fâ incondicional de ZÉ CORRÊA.Um forte abraço no Sr Deputado e em todos os amantes do Chamamé.</p>
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	<item>
		<title>Por: Flores</title>
		<link>http://www.chamame.com.br/projeto-institui-o-dia-estadual-do-chamame-em-mato-grosso-do-sul/comment-page-1#comment-1684</link>
		<dc:creator>Flores</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 22:15:55 +0000</pubDate>
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		<description>Resposta de um Sul Matogrossense, è chamame mesmo este ritmo apaixonante que se escuta em todo cone sul da américa do sul. aqui em nosso estado também escutamos Polcas, Guaranias, masurcas, xote, vaneirão, valsa, tango, pagode, Rap, samba, sertanejo romantico ou seja tudo que os meios de comunicações disponibilizam. Lógico que as primeiras gravações e ou reproduções do chamame em nosso estado foram trazidas dos grandes músicos do sul do continente como Isaco Abtibol, Transito cocomarola entre outros, além dos musicos paraguaios(INDIO GUARANIxESPANHOIS) que tocavam estas musicas aqui em nosso estado que um dia foi território paraguaio o saldoso Zé Correia(Sul Matogrosense)foi várias vezes a onde consideramos o berço deste ritmo(Corrientes-Ag), (que é reativamente próximo a triplice fronteira) conhecer e interpretar o chamame que é intrepretado e composto até no Japão hoje em dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resposta de um Sul Matogrossense, è chamame mesmo este ritmo apaixonante que se escuta em todo cone sul da américa do sul. aqui em nosso estado também escutamos Polcas, Guaranias, masurcas, xote, vaneirão, valsa, tango, pagode, Rap, samba, sertanejo romantico ou seja tudo que os meios de comunicações disponibilizam. Lógico que as primeiras gravações e ou reproduções do chamame em nosso estado foram trazidas dos grandes músicos do sul do continente como Isaco Abtibol, Transito cocomarola entre outros, além dos musicos paraguaios(INDIO GUARANIxESPANHOIS) que tocavam estas musicas aqui em nosso estado que um dia foi território paraguaio o saldoso Zé Correia(Sul Matogrosense)foi várias vezes a onde consideramos o berço deste ritmo(Corrientes-Ag), (que é reativamente próximo a triplice fronteira) conhecer e interpretar o chamame que é intrepretado e composto até no Japão hoje em dia.</p>
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