Projeto institui o Dia Estadual do Chamamé em Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul poderá ganhar uma data específica para celebrar uma de suas maiores riquezas culturais. O deputado estadual Paulo Corrêa (PR) apresentou, nesta terça-feira, dia 27, projeto de lei que institui o dia 19 de setembro como o Dia Estadual do Chamamé.
“A educação e a cultura, cujo significado e alcance têm se ampliado consideravelmente, são essenciais para um verdadeiro desenvolvimento do indivíduo e da sociedade”, justificou-se o deputado. Ele destacou que a proposta contribui para o engrandecimento acervo cultural de Mato Grosso do Sul.
Ele citou ainda os artistas expoentes do Chamamé, como Helinho do Bandaneon, Dino Rocha, Maciel Corrêa, Zezinho Nantes, Humbertinho Yule, entre outros. O parlamentar citou Zé Corrêa como um dos pioneiros desta música no Estado. “Ao se criar o dia do Chamamé em Mato Grosso do Sul, estaremos, tão-tomanete, contribuindo para que a nossa cultura esteja, ainda mais, valorizada e reconhecida por outros povos”, afirmou.
Fonte: MS Notícias






Parabéns, Dep Paulo Correa! Brilhante iniciativa consagrando o dia do chamamé em nosso Estado. É a valorização do nosso sentimento chamamezeiro e um respeito à nossa história cultural.
Olá Deputado Paulo Correa,
Quero deixar registrado nesta página meu agradecimento assim como de todo povo sul-mato-grossense pela sua brilhante ideia em instituir o dia do CHAMAMÉ em nosso estado.
Sua iniciativa é uma relevante contribuição para a reafirmação da identidade cultural de um povo ímpar, peculiar que é o pantaneiro, que é sul-mato-grossense.
Parabéns !!!!!
Brasília, 28 de outubro de 2009
Edvald Miranda
Realmente me llena de orgullo como Correntino, que el Señor diputado haya propuesto algo tan hermoso, como es el dia del chamame del estado, ojala y hago voto para que esto nos una mas, cultores y difusores de esta hermosa musica, como es “NUESTRO QUERIDO CHAMAME…UN SAPUCAY DE ALEGRIA Y UN ABRAZO ..¡¡¡¡BIEN CORRENTINO Y CHAMAMECERO..!!!!
Parabéns (Para o Bem) Deputado Paulo Corrêa. Para o bem das raízes musicais e folclóre nativo da grande pátria chamameceira!
hola hermanos argentinos y brasileros ,
soy de santiago de chle y me gusta el chamame
y quier contarles que en las Islas de chiloe
que esta bien al sur de chile se escucha
chamame , no se la istoria de como llego.
pero les gusta mucho, talves porque la cueca
chilena del sur tiene similitu por las acordeon
un gran abrazo atodos mary carmen de chile
muito bom esperamos que apartir deste projeto nosso querido ritimo seja mais difundido entre as novas gerações. parabens ao deputado
Não sou de lá, sou do Sul. E também não quero jogar água fria na fervura, mas me questiniei e pergunto aos matogrossenses do sul, se não estão confundindo o Chamamé com a Guarânia, ou com a Polca paraguaia?
Carlos Zatti – Curitiba
Poderia também perguntar aos gaúchos se não estão confundindo com vaneirão, bugiu ou xote?
Dê umas voltas por aí e encontrará grandes músicos chamameceros de Mato Grosso do Sul com chamamé SEM BATERIA e com anos de presença no Festival Nacional del Chamamé em Corrientes.
O chamamé primo-irmão da polca paraguaia, da guarânia, do rasqueado, além de identificar com a cultura do povo sul-mato-grossense, veio para manter a simbiose dos povos da bacia do prata, até mesmo com aquela “minoria” que pensam em separativismo.
Em tempo: onde se lê separativismo, leia-se SEPARATISMO.
Resposta de um Sul Matogrossense, è chamame mesmo este ritmo apaixonante que se escuta em todo cone sul da américa do sul. aqui em nosso estado também escutamos Polcas, Guaranias, masurcas, xote, vaneirão, valsa, tango, pagode, Rap, samba, sertanejo romantico ou seja tudo que os meios de comunicações disponibilizam. Lógico que as primeiras gravações e ou reproduções do chamame em nosso estado foram trazidas dos grandes músicos do sul do continente como Isaco Abtibol, Transito cocomarola entre outros, além dos musicos paraguaios(INDIO GUARANIxESPANHOIS) que tocavam estas musicas aqui em nosso estado que um dia foi território paraguaio o saldoso Zé Correia(Sul Matogrosense)foi várias vezes a onde consideramos o berço deste ritmo(Corrientes-Ag), (que é reativamente próximo a triplice fronteira) conhecer e interpretar o chamame que é intrepretado e composto até no Japão hoje em dia.
Parabenizo o Nobre Deputado pela iniciativa do projeto.Sou Chamamezeiro de Rio Brilhante,executo um pouco de Acordeon e tambem Bandoneon.Dia 19/09 no mínimo vou reunir a minha turma para um bom churrasco,lógico que com muito CHAMAMÉ. Povo Sul Matogrossense,vamos comemorar e difundir mais ainda nossa Cultura.Sou fâ incondicional de ZÉ CORRÊA.Um forte abraço no Sr Deputado e em todos os amantes do Chamamé.
Ei, Carlos Zatti, você já veio a Mato Grosso do Sul? Não, né..? Então, jaguara, vou te dizer só uma vez: se vier pra cá com essa conversa metida a besta, vai sair com a orelha ardendo de ouvir besteira. Porque todo mundo sabe, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. E estão ligadas, todas, “naturarmente”, mas cada uma é uma. Ora, eu sou filho e neto de divisionistas, com muito orgulho, e sei o quão difícil foi – e é – forjar a identidade de Mato Grosso do Sul. E o chamamé faz isso muito bem. Hoje, se escuta chamamé em Anastácio e Itaporã, cidades fundadas por nordestinos; em Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, fundadas por gaúchos; nas cidades “dos paulistas”, como Ribas do Rio Pardo e Água Clara; e, especialmente, nas terras tradicionais, pátrias dos heróis, de solo defendido com sangue na Grande Guerra: Miranda (minha Miranda!), Dourados, Porto Murtinho, Aquidauana, Jardim, Nioaque, Maracaju, Guia Lopes da Laguna, Ponta Porã,e tantas outras, sem esquecer Campo Grande, Capital do Chamamé. Te digo e juro que o chamamé é muito nosso, está no Zé Corrêa, no Canto da Terra, no Dino Rocha, no Som do Mato, no Capim, na Michelle Dutra, no Marcelo Loureiro, no Gregório… Não é como em outros cantos, não é um animal exótico, não é objeto de estudo, não é recordação de um passado que faz orgulhar; é chama ardente, é sangue pulsante, é força viva, perene e presente, é o que o povo ouve nas ruas, que alegra, que se pede nas festas, nos casamentos, e, quando-em-vez, se quer saber, até em algum velório. Para ouvir chamamé em Mato Grosso do Sul, parceiro, não é preciso pagar cem contos de ingresso e entrar em fila de teatro para ver pseudo-intelectuais dedilhando qualquer coisa; basta parar em uma esquina e ter um pouco de sorte para topar com um músico amador que canta e toca porque gosta e anima os bailinhos da família. O chamamé faz parte da vida, e não causa qualquer nostalgia, porque nunca se fez ausente; é uma força que nos enche os corações de orgulho e os olhos de lágrimas a cada nota, especialmente aqueles que, como eu, se desgarraram do bando e vivem hoje em outras paragens. Y tenho dito!
“Todos cantam sua terra, também vou cantar a minha, é claro ao som do Chamamé de Mato Grosso do Sul”.
Quando se fala de chamamé em Mato Grosso do Sul, vem logo em mente: roda de amigos, boa prosa, um tereré gelado, e até mesmo um bom arrasta pé, em qualquer quintal, seja na sede de uma rica fazenda ou no quintal de um simples peão. Nessa terra, não há criança que cresça ou cresceu sem ouvir a melodia, se não em sua casa, na casa de amigos, é sim uma moda presente na vida de todos que em Mato Grosso do Sul, enquanto houver um homem no campo haverá a melodia pulsante e viva nas veias.
Cresci ouvindo Chamamé, ou melhor, esse hino que para muitos em especial aos homens que trabalham como tropeiros, peões, o homem da lida do gado e da fazenda, com estilo próprio, o homem simples do campo como dizem, que em meio a sua simplicidade carregar dentro de si, a sabedoria daquele que sabe reconhecer e interpretar o canto dos pássaros, e apaixonado pela vida que leva junto à natureza a qual aprendeu a respeitar e dela suprir suas necessidades, sabe viver entre o campo e a cidade, sem perder o estilo próprio.
Acredito que com esse reconhecimento do “Dia do Chamamé”, reconhece-se também o dia dessa gente que trabalha no campo para manter as prateleiras da cidade, dessa gente que sabe ser feliz sem agredir a natureza. Assim do campo a cidade, o chamamé é reconhecido por qualquer sujeito que nessa terra vive e nasce, pode sim ter sofrido influências regionais ou culturais isso é normal, mas se for para questionar entre “o meu chamamé e teu chamamé”, O NOSSO CHAMAMÉ PANTANEIRO, TEM MAIS VIDA, MAIS FLORES, MAIS AMORES!
o MATO GROSSO DO SUL é o estado nacional do chamamé então eu tenho orgulho de ser SUL MATOGROSSENSE MESMO!!!!!! amo o PANTANAL e desde criança ouço o CHAMAMÈ PANTANEIRO do MATO GROSSO DO SUL não há outro estado igual ao nosso então temos que comemorar porque não vamos ser um estado dependente de outros estados e sim INDEPENDENTE o chamamé é a trilha sonora do nosso estado que sul matogrossense nunca escutou MERCEDITA apesar de nao ser chamamé mas essa musica me lembra cada cidade do MATO GROSSO DO SUL VIVAAAAAAA O MATO GROSSO DO SUUUUULLL esa comemoração é tão grandiosa que vai virar feriado estadual.
Esse Carlos Zatti, passou a vida inteira tomando leiTÊ quenTÊ!!!
Não sabe o que está falando…
Viva MS!!!