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O Sol sempre brilhará

A comunidade chamamecera de todo Brasil e especialmente Mato Grosso do Sul está de luto pela despedida de Délio.

O sol se escondeu em dia de adeus ao cantor Délio
Jacqueline Lopes

“O sol hoje foi embora”. (Antonieta Alves Barbosa, empresária de Aquidauana)

A morte do cantor Délio, ícone da música regional, vai deixar saudades, diz dona Antonieta Alves Barbosa, 89, empresária de Aquidauana, que aguardava a chegada do cortejo que deixou a Câmara Municipal e seguiu ao cemitério Jardim da Paz, na saída para Sidrolândia, perto do frigorífico Marfrig.

Leia a notícia completa.

O sol se escondeu em dia de adeus ao cantor Délio
Jacqueline Lopes


“O sol hoje foi embora”. (Antonieta Alves Barbosa, empresária de Aquidauana)

A morte do cantor Délio, ícone da música regional, vai deixar saudades, diz dona Antonieta Alves Barbosa, 89, empresária de Aquidauana, que aguardava a chegada do cortejo que deixou a Câmara Municipal e seguiu ao cemitério Jardim da Paz, na saída para Sidrolândia, perto do frigorífico Marfrig.

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Comentários (6)

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  1. Vivaldo disse:

    Já estamos com saudades suas. Grande cantor, grande compositor, grande poeta!

  2. Se o sol se foi, ficamos orfãos de sua luz, de sua música, de sua voz…..Mas é assim que é, e sempre daremos valor á herança que nos deixou.

  3. Joel disse:

    Estamos perdendo os nossos astros, e não estão sendo renovado, infelizmente os nossos radialistas estão perdendo as raizes regionais só apresentando porcarias como musica sertaneja, ao invéz de renovar com coisa boas veem com um tal de sertanejo universitário.

  4. Edvald Miranda disse:

    A música regional sobretudo a sul-mato-grossense jamais desaparecerá. Ao contrário dos demais estilos “ela pode não estar na sala, mas nunca sairá de dentro de casa”. E, essa discrição é bom, porque se a mídia começar a esplorar muito nossos ritmos vai acabar virando comércio, e daí vem o perigo de cair naquela de música descartáveis como essas porcarias que todo mundo conhece: hoje tá na boca do povo amanhã ninguém lembra mais de nada. Portanto, que deixem nosso chamamé, nossa guarânia, nosso vanerão, pra quando quizermos ouvir música de qualidade, para quando quizermos bailar, estará ela guardada em nosso peito, em nosso coração e na nossa geração, que são os melhores guardiões de nossas músicas.
    “Cortaram o ramo de uma grande árvore, mas ele renascerá outra vez”.

    Edvald

  5. Já estamos com saudades suas
    bjs Melissa

  6. David disse:

    A cultura popular é a cultura da classe operária e camponesa em contraposição a cultura burguesa de massa pseudo popular mas que visa apenas criar ícones breves e medíocres.
    Manter a nossa música “caipira” viva é mantermos a esperança de que podemos mudar esse sistema de contradições.

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