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	<title>Chamame .com.br</title>
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	<description>Chamamé sem Fronteiras</description>
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		<title>Lucio Yanel, o Mestre da Guitarra Pampeana</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 17:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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Em entrevista exclusiva para o Chamame.com.br
Lucio Yanel. argentino de Corrientes, violonista, intérprete, folclorista, exímio arranjador e compositor. É considerado o Mestre da Guitarra Pampeana. Artista da mesma estirpe de Atahualpa Yupanki, Mercedes Sosa e Heitor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1604 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Lucio Yanel" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0820c.jpg" alt="Lucio Yanel" width="300" height="199" /></p>
<p><strong>Em entrevista exclusiva para o Chamame.com.br</strong></p>
<p>Lucio Yanel. argentino de Corrientes, violonista, intérprete, folclorista, exímio arranjador e compositor. É considerado o Mestre da Guitarra Pampeana. Artista da mesma estirpe de Atahualpa Yupanki, Mercedes Sosa e Heitor Villalobos, Yanel é a memória viva daquilo que o folclore Sul Americano produziu de melhor nos últimos cinqüenta anos. Estudioso minucioso, intelectual e erudito, passou os últimos trinta e cinco anos recorrendo a América do Sul e Brasil pesquisando formas, sons e ritmos.<br />
Yanel chegou ao Brasil no ano de 1982 e radicou-se no Rio Grande do Sul (RS) motivado pela similaridade de usos e costumes com sua Argentina Natal. A sua origem correntina, nascedouro do chamamé, o levou de maneira natural a se radicar no RS, já que como ele mesmo diz “estar no sul do Brasil é como se fosse estar em uma região familiar”.</p>
<p>Maestro Yanel, como é chamado pela legião de admiradores e artistas que o reverenciam, é considerado pelos críticos e acadêmicos da área musical como o violonista mais importante de todos os tempos no RS na área folclórica. Seu trabalho está mais do que ligado a cultura do RS. É, na verdade, uma das bases que sustentam a musicalidade do estado.</p>

<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0836c' title='DSC_0836c'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0836c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="DSC_0836c" /></a>
<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0820c' title='Lucio Yanel'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0820c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucio Yanel" /></a>
<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0806c' title='Lucio Yanel'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0806c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucio Yanel" /></a>
<a href='http://www.chamame.com.br/lucio-yanel-o-mestre-da-guitarra-pampeana/dsc_0881c' title='DSC_0881c'><img width="150" height="150" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/uploads/DSC_0881c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="DSC_0881c" /></a>

<p>Mas não é só da musicalidade do sul do Brasil que fala a arte do grande guitarrista. Ao escutar a obra de Yanel, fica-se com a impressão de estar focando a síntese de toda uma região do planeta, O Cone Sul da América. Por ser um músico e um poeta, o artista está aberto de maneira perene a receber as informações culturais que emanam dos paises que compõem o cenário comum da América do Sul. E por possuir um talento natural, consegue codificar através de sons e palavras os usos e costumes de seus hermanos.</p>
<p>Muitas são as informações guitarristicas que forjaram o formidável guitarrista. A sonoridade, magia e virtuosismo que sentimos no toque de Yanel emana do conjunto de informações que recebeu de grande mestres como Atahualpa Yupanqui, Eduardo Falu, André Segovia e Baden Powell.</p>
<p>Dentre os vários artistas com quem atuou no campo da produção autoral e apresentações artísticas, Yanel destaca Atahualpa Yupanqui, com quem manteve laços de amizade.</p>
<p>Lucio Yanel é o mestre de Yamandu Costa, seu discípulo de maior projeção.</p>
<p>O currículo vitorioso é extenso: participou de centenas de discos e DVDs de vários artistas. Suas obras solo, em vinil e CD, são: La del Sentimiento (1983), Guitarra Pampeana (1986), Aunque Vengan Degollando (1997), Acuarela del Sur (2003), Acurela del Sur II (2006) e Dois Tempos (2001), em parceria com citado Yamandu Costa. Recentemente, lançou Mistérios do Chamamé (2009).</p>
<p>Colaborou como intérprete e autor nas trilhas musicais dos filmes “Neto Perde sua Alma” e “Lua de Outubro” e, como ator, foi destaque interpretando o capitão castelhano no seriado “O Tempo e o Vento”, obra de Érico Veríssimo.</p>
<p>Ao longo de sua carreira foi agraciado com mais de duzentas premiações. Recebeu dois Prêmios Açorianos em 2001 como melhor Disco Instrumental e melhor Instrumentista Regional. Dois mil e quatro trouxe outro Açorianos, premiando “Aquarela del Sur I” como melhor disco regional do RS. Yanel se consagra, assim, como o único violonista a receber três Prêmios Açorianos no RS. Em 2005, a Assembleia Legislativa do RS, conjuntamente com a Associação dos Municípios e o Banrisul, consagram o mestre correntino como “Destaque Cultural do Mercosul”, recebendo a Comenda Negrinho do Pastoreio.</p>
<p>Artista de rara sensibilidade, seja explorando a sutilezas do instrumento, com toques ora viscerais, ora nostálgicos, é capaz de transmitir como ninguém o sentimento que se aninha em cada um dos habitantes da América. “A linguagem sentimental é a mesma em todos nós, latinos”, diz Lucio.</p>
<p>Assim, encontra-se em Yanel um instrumentista que executa com propriedade tanto um tango, que é uma expressão urbana e contemporânea, como a canção mais profunda das entranhas da terra ou da montanha</p>
<p>No concerto Aquarela del Sur, que acontece em turnê nacional e internacional em 2010, podemos apreciar a singularidade e maestria da execução da guitarra de Lucio Yanel. “O que identifica minha música é esse traço muito forte do espanhol, dos mouros, algo muito sentimental. As minhas raízes são mouras e a minha música nasce nessa mistura toda, que foi também se moldando na linguagem campeira, criolla”, afirma. No espetáculo interpretações magistrais de músicas de autoria do próprio Yanel e dos grandes temas do folclore Sul Americano. Ao dedilhar sua guitarra interpretando “El Condor Pasa”, o artista se inventa asas. Ele se eleva às montanhas dos seus sonhos e utopias e voa lado a lado com o senhor dos Andes, o magnífico condor. Neste momento, Yanel é o próprio condor! “Sinto que vôo sem radar, apenas com o Sul que tenho no coração me dizendo para onde tenho que ir”. E assim, o grande maestro se converte em soberano da sua própria existência. Com esta interpretação, Lucio Yanel entrega ao público a sua própria alma.</p>
<p>No seu mais recente trabalho, o álbum Mistérios do Chamamé, através de músicas como “Pantanal” e “Flor e Truco” é possível penetrar nas profundezas do assombro que esta forma musical, o chamamé, natural da cultural guarani, proporciona em suas diferentes formas de se manifestar.</p>
<p>Recentemente, Yanel fez um show no Festival de Chamamé, em Corrientes,  na Argentina. Em fevereiro, fez, ainda, uma participação especial no espetáculo de Raul Barboza no teatro Las Trastiendas, em Buenos Aires.</p>
<h3><strong>Em entrevista exclusiva para o Chamame.com.br, Yanel fala da carreira, da vida e dos planos para 2010</strong>.</h3>
<p><strong>Pouca gente sabe que você começou a carreira como cantor de tangos e boleros na Argentina. Como foi viver a era de ouro do tango em Buenos Aires?</strong></p>
<p>Para falar a verdade, eu vivi a época em que tudo que acontecia em tangos já era pós era de ouro. Embora o tango, pelas suas características, seja um sentimento perene e duradouro, como o próprio ouro, comecei como cantor de tangos e boleras por que eram as formas musicais que nessa época, começo dos anos 60, embalavam os jovens que viviam, assim, a própria tradição da cultura musical argentina que passava de pai para filho. Essa minha etapa de cantor começou quando eu tinha 14 anos e já tocava violão, mas utilizava o instrumento apenas para me acompanhar.</p>
<p><strong>Quando foi que você descobriu que tinha um talento a mais como instrumentista?</strong></p>
<p>Foi mais ou menos aos 16 anos que eu me descobri um violonista. Me dediquei a aprofundar este talento que Deus me deu. Através dos ensinamentos que me eram ministrados por violonistas mais velhos e, logo a seguir, por gente muito experiente e profissional que já atuava em Buenos Aires, onde, por essa época fui, morar.</p>
<p><strong>Quais são as fontes que o formaram ou o inspiraram como guitarrista?</strong></p>
<p>Na verdade eu sou fruto de uma multiplicidade de referências. No folclore argentino, Atahualpa Yupanqui e Eduardo Falu. No violão erudito, André Segovia. Na música brasileira, podemos citar Baden Powel.</p>
<p><strong>E dos violonistas brasileiros atuais, quem você destacaria?</strong></p>
<p>Na MPB, Sebastião Tapajós. No nordeste, Henrique Annes. No chorinho, Rogerinho Sete Cordas e Alessandro Pennessi. No Mato Grosso, Marcelo Loureiro. No Rio Grande do Sul, Mauricio Marques. E englobando tudo isso, Yamandu Costa.</p>
<p><strong>Fale um pouco sobre a sua relação com Atahualpa Yupanqui.</strong></p>
<p>Fomos amigos. Pouco convívio, resultado da extensa agenda profissional do mestre Atahualpa e por ele morar na Europa. Entretanto esse convívio sempre foi enriquecido pelas orientações que ele gentilmente me brindava, ora para aspectos profissionais assim como para minha condição de ser humano. Fui honrado com duas poesias suas para que eu colocasse música me convertendo, assim, em um dos poucos privilegiados em ter parceria autoral com o mestre. Entretanto, apenas “Me anda buscando una bala” foi registrada em um dos meus discos.</p>
<p><strong>Você é considerado o Mestre da Guitarra Pampeana. Como você define o seu estilo único de tocar?</strong></p>
<p>Simples, sem rebusques e puro sentimento.</p>
<p><strong>Os profissionais da área acadêmica pensam em Lucio Yanel como sendo o violonista mais importante de todos os tempos no Rio Grande do Sul. Qual é, na sua opinião, a sua contribuição mais importante para a música do sul do Brasil?</strong></p>
<p>Tudo que eu fiz desde que cheguei em 1982 é importante. Cabe ao público que acompanhou minha carreira até aqui e aos críticos especializados julgar e determinar o que eles consideram o mais importante. Apenas sei que, com certeza, tudo que fiz foi com a intenção de me somar ao movimento cultural e musical de um estado onde a cultura, em todas as suas expressões, é uma das suas bandeiras.</p>
<p><strong>Você foi merecidamente homenageado por importantes poetas gaúchos, que o reconhecem como o mestre da guitarra pampeana. Em “Guitarreio para um Guitarrista”, o poeta .Luis Coronel diz: “Quando ele fecha os olhos/ Nos prodígios de seu dom/ Viaja pra dentro de si/ Navega em ondas de som”. Para onde esses versos o transportam?</strong></p>
<p>O poeta Luis Coronel é um arguto observador dos elementos do qual se nutre para poetizar a vida. Ele tem me observado e concluiu que é assim que a minha arte se expressa. Ao fechar os olhos eu estou procurando me unir às ondas do som que são emitidas pelo próprio cosmos. Por isso, o meu som, ao mesmo tempo que é universal está vestido de singularidade. Sem dúvida, no momento dessa união, entidades particulares me visitam.</p>
<p><strong>No espetáculo realizado recentemente em Buenos Aires você foi aclamado pelo público. Qual a sensação de voltar a se apresentar na cidade que o projetou como artista?</strong></p>
<p>É a mesma sensação que sentimos quando estamos dando o primeiro passo para caminhar duzentos mil km. Muita vontade no coração e a emoção à flor da pele. E é exatamente isso que farei depois de uma ausência de mais de 30 anos em Buenos Aires. Posso lhe assegurar que isso representa pra mim um novo motor, uma nova vida.</p>
<p><strong>Você sempre afirma que se orgulha de ter nascido correntino. Como foi seu reencontro com o público no Festival do Chamamé, em Corrientes?</strong></p>
<p>Foi emocionante sob vários aspectos. Primeiro, o Chamamé faz parte do meu próprio ser. Segundo, voltar ao pago já é maravilhoso. E terceiro, mais lindo ainda, é a gente se encontrar com um público onde a juventude se destacava afirmando, assim, que os povos com tradição, estirpe e raça, jamais serão alvo de qualquer poder destrutivo em suas tradições.</p>
<p><strong>E seus planos para a Argentina?</strong></p>
<p>Meus planos para a Argentina correm paralelamente com o que farei no Brasil. Tenho a sorte de contar com uma empresa de produções artísticas muito competente que está trabalhando minha turnê nacional e internacional, começando, naturalmente, pela Argentina. No plano pessoal, idealizei um retorno a Buenos Aires, montando um estúdio de pesquisas sobre a nossa cultura, procurando morar em um bairro portenho onde se respire cultura como, por exemplo, o bairro de São Telmo. Ai, entre as ruas que tanto lembram as ruelas de Paris, como as callecitas de qualquer pueblo interiorano, penso em deixar a alma livre, solta e espontânea para ditar os meus caminhos da composição e da poesia. Aliás, é exatamente isso que tenho feito nos últimos três meses. Nas duas viagens que fiz recentemente a Buenos Aires, busquei material discográfico e bibliográfico para solidificar as minhas bases de informação e assim repassar ao meu público tudo que tem de novo e o culto que ainda se faz das tradições. Isso já faço e continuarei fazendo nas minhas apresentações artísticas. Entretanto, aconteceu de ser convidado por uma rede de comunicação do Rio Grande do Sul para produzir e apresentar um programa de rádio justamente sobre a temática Chamamé.</p>
<p><strong>Fale um pouco sobre o programa</strong></p>
<p>Será um programa de uma hora de duração que se ocupará especificamente da difusão do chamamé em todas as características que pode ser expresso através dos chamameceros gaúchos, correntinos, matogrossenses, paraguaios, enfim. Será uma verdadeira festa de confraternização entre os povos de origem guarani, que é a origem do chamamé. Além de apresentar o mais autêntico chamamé, contarei aos ouvintes um pouco da memória que trago de meus trabalhos, convívio e amizade com os grandes chamameceros, como Cocomarola, Isac Abitbol, Ernesto Montiel, Tarrago Ros, Raul Barboza, Ramona Galarza, Teresa Parodi, entre outros. É a história do chamamé contada pelo ângulo de um correntino que a viveu e vive na sua realidade mais autêntica. Farei, ainda, algumas interpretações ao vivo com a minha guitarra, claro. Acho que o público vai gostar.</p>
<p><strong>Nos fale sobre o concerto Aquarela del Sur?</strong></p>
<p>Aquarela del Sur é um mosaico musical do Continente Sul Americano, de ritmos e sotaques onde se misturam zambas, chacareras, chamames, milongas, tangos mas, antes de tudo, um toque de ancestralidade.</p>
<p><strong>Como classifica o atual estágio da sua carreira?</strong></p>
<p>Todos os momentos nos situam em um estágio. Todos são bons, entretanto o atual é talvez aquele em que maior proveito tiro de tudo o que aprendi. Assim, sou um instrumentista que trocou a velocidade de execução pela maturidade. Que brinda um som bem colocado mesmo que seja com uma corda só, ou valoriza a linguagem que proporciona o silêncio.</p>
<p><strong>O que você tem a dizer para os amigos do site Chamame.com.br?</strong></p>
<p>Que por ser correntino e chamamecero me sinto feliz de estar entre os meus pares, sejam eles sul-matogrossenses, gaúchos, correntinos, paraguaios, todos unidos por uma artéria maior onde pulsa a magia do Chamamé.</p>
<p>Artigo e entrevista por <a href="http://www.chamigos.com/profile/FabianeMendoncaFerreira">Fabiane Mendonça Ferreira</a><br />
Webpage: <a href="http://www.lucioyanel.com.br" target="_blank">lucioyanel.com.br</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#D3D0C2" /><param name="flashvars" value="configXmlUrl=http%3A%2F%2Fwww.chamigos.com%2Fmusic%2Fmusic%2FshowPlayerConfig%3FconfigVersion%3D1%26version%3DDEP-4617-2%253Aee4ba3f_90_90_74%26xn_auth%3Dno%26brand%3D0%26logoImage%3D0%26isInternalRequest%3D1&amp;playlistUrl=http%3A%2F%2Fwww.chamigos.com%2Fmusic%2Fplaylist%2Fshow%3Ffmt%3Dxspf%26id%3D2298834%253APlaylist%253A97368%26mdate%3D2010-06-03T18%253A10%253A46.104Z%26nik%3D0yb1k3lg6h4fr&amp;playlistType=user&amp;networkUrl=http%3A%2F%2Fwww.chamigos.com%2F&amp;autoplay=1&amp;showPlaylist=1&amp;shuffle=1" /><param name="src" value="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/music/swf/MusicPlayer.swf?v=201006021323" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="300" src="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/music/swf/MusicPlayer.swf?v=201006021323" wmode="opaque" flashvars="configXmlUrl=http%3A%2F%2Fwww.chamigos.com%2Fmusic%2Fmusic%2FshowPlayerConfig%3FconfigVersion%3D1%26version%3DDEP-4617-2%253Aee4ba3f_90_90_74%26xn_auth%3Dno%26brand%3D0%26logoImage%3D0%26isInternalRequest%3D1&amp;playlistUrl=http%3A%2F%2Fwww.chamigos.com%2Fmusic%2Fplaylist%2Fshow%3Ffmt%3Dxspf%26id%3D2298834%253APlaylist%253A97368%26mdate%3D2010-06-03T18%253A10%253A46.104Z%26nik%3D0yb1k3lg6h4fr&amp;playlistType=user&amp;networkUrl=http%3A%2F%2Fwww.chamigos.com%2F&amp;autoplay=1&amp;showPlaylist=1&amp;shuffle=1" bgcolor="#D3D0C2"></embed></object><br />
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		<title>A Hora do Chamamé está de volta</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 16:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos mais consagrados programas de rádio de Mato Grosso do Sul está de volta. Depois de longo periódo de ausência, A Hora do Chamamé está de volta sob o comando de Orivaldo Mengual na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais consagrados programas de rádio de Mato Grosso do Sul está de volta. Depois de longo periódo de ausência, A Hora do Chamamé está de volta sob o comando de <strong><a href="http://www.chamigos.com/profile/ORIVALDOMENGUAL51" target="_blank">Orivaldo Mengual</a></strong> na FM Capital, a rádio de maior audiência de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O programa vai ao ar todos os domingos das 7 às 9h da manhã, e a estréia será neste próximo domingo dia 28 de março. Outra boa notícia é que você pode escutar o programa através da página da FM Capital no endereço <strong><a href="http://www.fmcapital.com.br" target="_blank">www.fmcapital.com.br</a></strong></p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=A+Hora+do+Chamam%C3%A9+est%C3%A1+de+volta+-+http://m7585.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=A+Hora+do+Chamam%C3%A9+est%C3%A1+de+volta+-+http://m7585.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/o-programa-a-hora-do-chamame-esta-de-volta&amp;t=A+Hora+do+Chamam%C3%A9+est%C3%A1+de+volta" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/o-programa-a-hora-do-chamame-esta-de-volta&amp;t=A+Hora+do+Chamam%C3%A9+est%C3%A1+de+volta" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O Acordeón &#8211; Método de Cordiona Verdulera</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 23:00:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acordeón Mombirï
Por Antonio Tarragó Ros e&#160; Oscar Laiguera
Pode ser classificado como instrumento folclórico por transculturação. Sua origem&#160; não vem do&#160; folk, mas sim&#160; da&#160; Europa, como produto da sociedade contemporânea. Aerófono muito usado no&#160; extremo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Acordeón Mombirï</b></p>
<p><i>Por Antonio Tarragó Ros e&nbsp; Oscar Laiguera</i></p>
<p>Pode ser classificado como instrumento folclórico por transculturação. Sua origem&nbsp; não vem do&nbsp; folk, mas sim&nbsp; da&nbsp; Europa, como produto da sociedade contemporânea. Aerófono muito usado no&nbsp; extremo sul do&nbsp; país, especialmente na zona de influência chilena, uma das mais ricas do&nbsp; folclore musical; sua vigência também chegou&nbsp; até à zona central, mas com menos freqüência. Existem dois tipos de acordeón: o&nbsp; acordeón à piano e o de botões.</p>
<p>O primeiro consta de um pequeno teclado, que geralmente chega a duas e meia oitavas com tons e semitons, para a mão direita, e botões de baixos para a mão esquerda. O&nbsp; acordeón de botões&nbsp; é muito mais popular na zona sul;&nbsp; apesar de&nbsp; suas possibilidades serem&nbsp; mais limitadas, os executantes destacam as perfeitas harmonizações que conseguem&nbsp; com ele. Tem apenas tons maiores e suas notas se diferenciam conforme se faça compressão ou tracionamento. Na mão esquerda tem oito baixos para acompanhamento. Ambos os instrumentos são indispensáveis nas orquestras de música chilena e gozam de grande popularidade.</p>
<h2><b>Método de Cordiona Verdulera</b></h2>
<p>Tomando a dianteira…</p>
<p>O presente método tem como propósito facilitar ao estudante de acordeón de oito baixos a prática com obras do repertório conhecido e da qual o instrumento é um representante indispensável.</p>
<p>Selecionamos uma série de temas ordenados segundo uma dificuldade crescente e um plano de aprendizado sem mestre que, ainda que arbitrário como qualquer outro método, cumpra os passos que possibilitem a qualquer pessoa medianamente dedicada o que temos como objetivo: interpretar tais canções conforme são conhecidas popularmente e em um período relativamente curto.</p>
<p>Este conjunto de conhecimentos é mais efetivo quando já se tem uma formação prévia no instrumento. Incontestavelmente a ajuda de um mestre possibilitará que se obtenha os resultados&nbsp;&nbsp; mais rapidamente; nesse caso o trabalho&nbsp; consistirá em um guia de consulta sobre formas, estilos, modos e características que representam&nbsp; a cultura que estamos promovendo. Nesse sentido, além de ser um método para tocar um instrumento, esta é uma orientação para aprender a tocar chamamé com este instrumento. Em razão disso&nbsp;&nbsp; consideramos que os aprendizes&nbsp; já tenham algumas noções&nbsp; de teoria e prática musical sobre as quais, entretanto, insistiremos. Aqueles aspectos nos quais nos tornemos&nbsp; repetitivos ou redundantes, na opinião&nbsp; de algum observador, servirão para reafirmar o assunto em questão e para assegurar a transmissão adequada da nossa idéia.</p>
<p>Pelo acima exposto podemos dizer que nosso trabalho levará em consideração e incluirá diferentes níveis de:</p>
<ol>
<li>Conhecimentos prévios sobre teoria e prática musical;</li>
<li>Conhecimentos de aplicação específica do aspecto cultural que estamos tratando: intenções, fraseados, intensidades, entradas, acentuações e todo enfoque que defina o linguajar em questão.</li>
</ol>
<p>Diante de determinados conceitos, pode parecer que nos opomos à cultura tradicional, denominada erroneamente de clássica, de origens centro-européias; incontestavelmente reconhecemos esses valores no contexto no qual entendemos que eles devem ser tratados.</p>
<p>Trabalhamos para dar um novo impulso a nossa desarticulada identidade, e uma das maneiras de fazê-lo é reconhecer os dados da realidade cultural na qual vivemos, crescemos, sentimos e nos expressamos. As influências têm que ser analisadas sob o ponto de referência do intercâmbio e não sob o da dependência ou da imposição. A globalização é uma fraude que serve aos poderosos como um meio de submeter os demais aos seus desígnios culturais, que são o investimento com os quais eles compram as massas ingênuas, ávidas por &#8220;produtos culturais&#8221;.</p>
<p>Certamente é por isso que insistimos em formar nossa própria história, abrindo mão do recurso da memória que é de validade universal. Se, por alguma razão, estamos condicionados, é pelo nosso amor a estas manifestações absolutamente arraigadas, ás quais queremos demonstrar nosso orgulho pelo que elas significam para nós.</p>
<p>Chamamos atenção, então, para o fato de que existe uma verdadeira investigação não por fazer um trabalho para ajudar a aprender a cultura do chamamé através de um determinado instrumento, mas porque que essa mesma investigação tem os traços dos objetivos que buscamos. Talvez&nbsp; até&nbsp; em nosso linguajar se veja uma maneira que é nos é própria&nbsp; e que não existe desde outra alquimia sobre como se deve tocar esta música. Este método fala&nbsp; no&nbsp; mesmo linguajar com o qual vivemos dia a dia e tocamos o chamamé. Nesse&nbsp; sentido é um ensaio alegórico, diria Borges.</p>
<p>Tradução Marise Zappa<br />
Fuente: tarrago-ros.com.ar</p>
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		<title>O Sol sempre brilhará</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Délio]]></category>
		<category><![CDATA[Délio e Delinha]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Falecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Sol e Lua]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunidade chamamecera de todo Brasil e especialmente Mato Grosso do Sul está de luto pela despedida de Délio.
O sol se escondeu em dia de adeus ao cantor Délio
Jacqueline Lopes
“O sol hoje foi embora”. (Antonieta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade chamamecera de todo Brasil e especialmente Mato Grosso do Sul está de luto pela despedida de Délio.</p>
<p><strong>O sol se escondeu em dia de adeus ao cantor Délio</strong><br />
<em>Jacqueline Lopes</em></p>
<p>“O sol hoje foi embora”. (Antonieta Alves Barbosa, empresária de Aquidauana)</p>
<p>A morte do cantor Délio, ícone da música regional, vai deixar saudades, diz dona Antonieta Alves Barbosa, 89, empresária de Aquidauana, que aguardava a chegada do cortejo que deixou a Câmara Municipal e seguiu ao cemitério Jardim da Paz, na saída para Sidrolândia, perto do frigorífico Marfrig.</p>
<p><strong><a href="http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=706804" target="_blank">Leia a notícia completa</a></strong>.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
<table style="padding: 4px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo">
<div id="TituloMateria" style="font-size: 15px;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>O sol se escondeu em dia de adeus ao cantor Délio</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding-bottom: 3px; padding-left: 4px;"><span style="line-height: 120%; color: #000000; font-size: 11px; font-weight: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>Jacqueline Lopes</em></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;" height="123"><span style="font-family: Verdana; color: #000000;"> </span></p>
<div><span style="font-family: Verdana; color: #000000;"></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-left: 13px; text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="170" height="150" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="loop" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="quality" value="high" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="arquivos/99392229.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="170" height="150" src="arquivos/99392229.swf" wmode="transparent" quality="high" menu="false" loop="true"></embed></object></td>
</tr>
</tbody>
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<p></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000;"> </span></p>
<div id="TextoMateria" style="font-size: 12px;"><span style="font-family: Verdana; color: #000000;"><span style="line-height: 150%; font-family: Verdana; color: #000000;"><br />
<!-- SEPARADOR: --></span></span><span style="font-family: Verdana; color: #000000;"><span style="line-height: 150%; font-family: Verdana; color: #000000;"><em>“O sol hoje foi embora”. </em>(Antonieta Alves Barbosa, empresária de Aquidauana) </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000;"><span style="line-height: 150%; font-family: Verdana; color: #000000;">A morte do cantor Délio, ícone da música regional, vai deixar saudades, diz dona Antonieta Alves Barbosa, 89, empresária de Aquidauana, que aguardava a chegada do cortejo que deixou a Câmara Municipal e seguiu ao cemitério Jardim da Paz, na saída para Sidrolândia, perto do frigorífico Marfrig. </span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Suspendem a 20ª Fiesta Nacional del Chamamé</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 14:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20ª Fiesta Nacional del Chamamé]]></category>
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		<category><![CDATA[Crise Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Colombi]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vários meios digitais do Litoral estão noticiando a suspensão da 20ª Fiesta Nacional del Chamamé devido a um grave problema energético que atravessa a Província de Corrientes.
A decisão foi tomada a poucas horas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vários meios digitais do Litoral estão noticiando a suspensão da 20ª Fiesta Nacional del Chamamé devido a um grave problema energético que atravessa a Província de Corrientes.</p>
<p>A decisão foi tomada a poucas horas da inauguração oficial da festa devido a gravíssima crise energética que passa a Província.  Ocorre que Corrientes não conta no momento com as condições mínimas energéticas para que este grande evento ocorra.  Há um déficit histórico de 17%. O Governador Ricardo Colombi se encontra em Buenos Aires e já assinou o decreto de Emergência Energética.</p>
<p>Até o momento não há expectativa sequer de um adiamento da festa, e tudo indica para um real cancelamento.  Vamos aguardar no decorrer do dia novas notícias, uma conferência de imprensa está prometida para ainda hoje.</p>
<p>Acompanhe em <strong><a href="http://www.chamigos.com/profiles/blogs/suspenden-la-fiesta-nacional" target="_blank">Chamigos.com</a></strong> notícias sobre a suspensão da 20ª Fiesta Nacional del Chamamé.</p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Suspendem+a+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9+-+http://6hn32.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Suspendem+a+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9+-+http://6hn32.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/suspendem-a-20%c2%aa-fiesta-nacional-del-chamame&amp;t=Suspendem+a+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/suspendem-a-20%c2%aa-fiesta-nacional-del-chamame&amp;t=Suspendem+a+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Documentário &#8216;Vinte&#8217; &#8211; 20ª Fiesta Nacional del Chamamé</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 16:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História do Chamamé]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Anfiteatro Mario del Tránsito Cocomarola]]></category>
		<category><![CDATA[Corrientes]]></category>
		<category><![CDATA[Enrique Piñeyro]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Fiesta Nacional del Chamamé]]></category>
		<category><![CDATA[Isaco Abitbol]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Documentário &#8216;Viente&#8217; (Vinte) é recorrido histórico com imagens, entrevistas e momentos marcantes das várias edições da Fiesta Nacional do Chamamé. O documentário mostra o surgimento da Fiesta Nacional del Chamamé traz preciosidades como imagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Documentário &#8216;Viente&#8217; (Vinte) é recorrido histórico com imagens, entrevistas e momentos marcantes das várias edições da Fiesta Nacional do Chamamé. O documentário mostra o surgimento da Fiesta Nacional del Chamamé traz preciosidades como imagens de <a href="http://www.chamame.com.br/isaco-abitbol" target="_blank">Isaco Abitbol</a> em cena.</p>
<p align="left"><a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Document%C3%A1rio+%E2%80%98Vinte%E2%80%99+%E2%80%93+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9+-+http://am666.th8.us" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Document%C3%A1rio+%E2%80%98Vinte%E2%80%99+%E2%80%93+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9+-+http://am666.th8.us" title="Postar no Twitter">Compartilhe no Twitter</a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/documentario-vinte-20%c2%aa-fiesta-nacional-del-chamame&amp;t=Document%C3%A1rio+%E2%80%98Vinte%E2%80%99+%E2%80%93+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook"><img class="nothumb" src="http://www.chamame.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.chamame.com.br/documentario-vinte-20%c2%aa-fiesta-nacional-del-chamame&amp;t=Document%C3%A1rio+%E2%80%98Vinte%E2%80%99+%E2%80%93+20%C2%AA+Fiesta+Nacional+del+Chamam%C3%A9" title="Postar no Facebook">Compartilhe no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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